Kenny Baker, o R2D2, morre aos 81 anos

Kenny Baker, que ficou mais conhecido por ser a pessoa dentro do R2D2 nos filmes Star Wars, morreu neste sábado (13/8).

O ator sofria de nanismo, o que fazia ele ter diversos problemas de saúde na velhice.

A sobrinha de Baker, Abigail Shield, confirmou a morte do tio ao jornal The Guardian e falou que, por causa do estado de saúde, já era esperado o falecimento do ator. “Ele tinha problema nos pulmões e estava constantemente em uma cadeira de rodas”.

Ela ainda revelou que Baker queria ter ido à premier de O Despertar da Força, mas não conseguiu por estar já muito doente.

Kenny Baker viveu R2D2 tanto na trilogia original quanto nos episódios I, II e III.

 

Via: JovemNerd

MasterCard e Caixa lançam no Brasil a carteira virtual MasterPass

A Mastercard anunciou nesta quinta-feira, 28/11, a chegada ao Brasil da sua solução de carteira eletrônica, a MasterPass, já disponível desde o início deste ano em mais quatro países: Austrália, Estados Unidos, Canadá e Reino Unido. A primeira parceria para emissão da carteira é com a Caixa Econômica Federal, que não limitará o serviço a clientes do banco ou ao uso de cartões de crédito da bandeira Mastercard ou emitidos pela própria Caixa, e começará a oferecê-lo já nas próximas semanas.

 

Segundo a Mastercard, o objetivo da MasterPass é melhorar a experiência de compra do consumidor, simplificando o processo de conclusão da transação de pagamento. Especialmente no e-commerce. O serviço permite que o consumidor utilize qualquer cartão de pagamento ou dispositivo habilitado para realizar pagamentos de forma segura ( como celulares) , para fazer a transação eliminando passos, como a necessidade de inserir informações detalhadas sobre o cartão. “Hoje, em muitas lojas virtuais brasileiras,  são necessários no mínimo cinco clique e a digitação de 40 a 50 caracteres para concluir uma compra. O botão MasterPass elimina muitos passos desse processo de compra”, explica Marcelo Theodoro, diretor de Convergência Digital & e-commerce da Mastercard LAC. 

 

A carteira virtual armazena informações cadastrais do usuário, seus cartões de crédito, débito e até pré-pagos, com a segurança da Mastercard. Com apenas um clique, o consumidor consegue acessar o cartão de sua escolha e pagar após a autenticação com o uso de senha.

 

Para isso é necessário que o comerciante também seja parceiro da Mastercard. Por enquanto, apenas a loja virtual Girafa e a rede de pagamentos maxiPago! já estão habilitadas a usar o botão MasterPass. Mas Marcelo Tangioni, vice-presidente dos produtos MasterCard Brasil e Cone Sul, diz há contratos assinados com dezenas de outros estabelecimentos brasileiros que devem dar acesso ao serviços a partir de janeiro. A Mastercard está interessada especialmente em atender ao pequeno varejista online, fechando acordo com os marketplaces que os atendem. Já na ponta da emissão das carteiras para os consumidores, não há restrição. A empresa tem conversado com instituições financeiras, operadoras de telefonia, os próprios comerciantes e até fornecedoras de solução de pagamento eletrônico, que já tenham uma plataforma proprietária, tanto para o fornecimento de uma solução White Label (caso da Caixa) como na modalidade de integração (caso do maxiPago!)

 

O processo de check-out rápido está otimizados também para funcionar no mobile commerce e para pagamentos em lojas físicas com códigos NFC e QR-code ou outras solução de tag como bluetooth, para dar liberdade ao consumidor de escolher o melhor jeito de fazer o pagamento. 

 

A Mastercard faz questão de ressaltar que não é mais uma subadquirente, como oPayPal, ou o PagSeguro para os quais os comerciantes pagam, além da taxa cobrada pelas credenciadoras (MDR, na sigla em inglês), um pedágio para que elas façam a ponte até companhias como Cielo e Redecard. “Nós coletamos a informação do usuário e entregamos para o lojista. Ele segue o caminho que ele definir até o adquirente que ele contratou diretamente. Cada estabelecimento pode personalizar e decidir a melhor experiência de compra para o seu negócio”, afirma Tangioni.

 

O objetivo da Mastercard ao adotar o modelo PayTrue em vez do modelo Starlet Wallet foi o deixar não só o consumidor, mas também o lojista bem confortável com o processo. No Starlet Wallet existe um intermediário na cadeia de valor. No nosso caso não. Assim o lojista consegue manter todo o processo de CRM, simplificando o check-out, sem pagar nada a mais por isso, só a taxa da administradora do cartão. 

 

Talvez essa seja uma explicação para o fato do processo de adoção no Brasil estar andando mais rápido do lado dos comerciantes do que do lado das instituições proprietárias das carteiras. 

 

Além disso, a Mastercard não vê o PayPal e o PagSeguro como concorrentes, embora os serviços possam ter alguma similaridade. “Os vejo mais como clientes, estabelecimentos comerciais da minha cadeia de valor”, explica Tangioni.

 

Via: IDGNow

Lei das Antenas: Mudanças podem adiar votação para 2014

Traz mudanças o relatório da Câmara sobre a Lei das Antenas. O texto do relator na comissão especial, Edson Santos (PT-RJ), sugere alterações sobre a proposta aprovada pelo

senadores. Além disso, haverá pelo menos um voto em separado, do PV, que na prática anula o próprio objetivo da legislação.

Não por menos, a preocupação das operadoras não é nem que o projeto volte ao Senado, mas que isso aconteça ainda em 2013. Mas ficou difícil. Uma votação efetivamente só pode acontecer em duas semanas, por conta de prazos regimentais. A depender do tamanho do embate, ainda poderá ir ao Plenário.

As modificações propostas pelo relator não afetam a estrutura do projeto de lei, qual seja, a criação de um procedimento acelerado, de no máximo 60 dias, para que municípios autorizem a instalação das estruturas onde ficam instaladas as estações radiobase.

Basicamente são duas alterações. Uma delas determina a divulgação, pela Internet, do que a proposta chama de “limiares de acionamento”, ou seja, uma indicação da necessidade de expansão da rede para prestação dos serviços. Seria uma tentativa de que os usuários avaliem a saturação da rede.

A outra incorpora uma sugestão do GT de Telecom criado na Câmara para que construções, ampliações ou reformas de prédios públicos ou privados coletivos prevejam dutos, condutos, caixas de passagem, etc, para facilitar a instalação de cabos de fibras ópticas.

O PV, no entanto, quer duas mudanças. Primeiro, quer incluir que a licença municipal “está sujeita a licenciamento urbanístico e ambiental, que poderá ocorrer mediante procedimento integrado, sem prejuízo da manifestação dos órgãos ou entidades competentes no decorrer da tramitação”.

A segunda modificação defendida é no mesmo artigo e estabelece uma ressalva àquele prazo de 60 dias para a emissão da licença. Assim, os 60 dias valem como tempo máximo para a emissão “desde que lei distrital ou municipal não estabeleça prazo diferenciado”.

Há um debate de que a segunda parte tem impacto relativo, visto que os municípios já têm competência para legislar sobre o uso do solo – o que não evita as batalhas judiciais quando essa competência invade o campo das telecomunicações.

Maior preocupação das teles é o texto que exige ‘licenciamento urbanístico e ambiental’. A lógica é simples e parte do princípio de que não são todos os municípios que possuem os dois licenciamentos. Mas a partir desse texto, todos seriam obrigados a estabelecer as duas tramitações.

Assim, seja pelo possível impacto no prazo expresso de 60 dias, seja por estabelecer burocracia maior do que a já existente, o principal objetivo das empresas é que o projeto chegue logo ao Senado, onde haveria clima mais amigável às ‘correções’.

A se ver. A partir desta quarta-feira conta o prazo de cinco sessões para a apresentação de emendas – período que corre simultaneamente com a vista ao deputado Eurico Junior, do PV do Rio. O texto corre em caráter terminativo, mas as divergências podem muito bem forçar uma votação também em Plenário.

 

Via: Convergenciadigital

Brasil transforma Black Friday em “Black Fraude”

 

 

A revista Forbes publicou uma crítica pesada contra a Black Friday realizada no Brasil em uma reportagem que diz que a data está ficando mais conhecida como “um dia de fraude” por aqui.

Intitulada “Nos EUA, a Black Friday é sobre descontos; no Brasil, a Black Friday é sobre fraude”, a reportagem assinada por Kenneth Rapoza diz que a Black Friday realizada no Brasil é mais uma maneira para os varejistas enganarem os consumidores ansiosos por participar de uma tradição norte-americana.

Em um parágrafo em especial, a revista aumenta o tom da crítica. “Se os brasileiros estivessem fazendo a Black Friday da maneira correta, eles estariam acampados em frente ao Shopping Pátio Higienópolis na quinta-feira à noite, ou ao menos correndo pelas portas da FNAC mais próxima às 00h01 da sexta-feira.”

Acesse esse link para ler a reportagem completa (em inglês).

 

CONFIRA ABAIXO O QUE VOCÊ PRECISA SABER PARA FAZER BOAS COMPRAS

 

– A “lista negra” do Procon-SP foi ampliada na semana passada para 325 sites de e-commerce. Confira;

– Guia: o que fazer e o que evitar nas compras on-line – valendo para Black Friday e final do ano;

Serasa libera serviço para consulta de CNPJ de lojas on-line;

 

Via: IDGNow

Empresa vende avaliações positivas para homens no Lulu por até R$50

O aplicativo Lulu causou bastante barulho nos primeiros dias de lançamento no Brasil ao permitir que mulheres avaliem de forma anônima os homens que sejam seus amigos no Facebook. Pensando nisso, um grupo de brasileiros criou um serviço para os homens “se defenderem” com a compra de avaliações positivas no app.

Chamado de LuluFake, o serviço cobra até 50 reais em troca de pacotes com avaliações positivas no aplicativo que já virou febre nos EUA e no Brasil. Segundo os criadores da novidade, que também estão por trás do Namorofake.com, já foram feitos mais de mil atendimentos em apenas um dia.

“Não queremos de nenhuma forma denegrir a imagem ou enganar as mulheres, queremos apenas ter o direito de defesa. Vamos jogar o jogo delas e transformar o Lulu na maior ferramenta de marketing pessoal dos homens”, afirma o cofundador do LuluFake, Flávio Estevam, quando questionado sobre o valor ético do serviço.

De acordo com Estevam, o LuluFake espera atingir nada menos que 20 mil contratações até o Natal.

E aí, o que achou do LuluFake? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

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Via: IDGNow

TIM contrata Cisco e Celcite para melhorar tráfego de dados

 

A TIM firmou parcerias com a Cisco e a Celcite, que preveem o uso de soluções com capacidade para aumentar ainda mais a qualidade da sua rede, principalmente o tráfego de dados. Inicialmente, o projeto será implantado em 12 cidades de diversas regiões do Brasil e a previsão é de que seja estendido para todo o país em até um ano.

A solução SON – Self Organizing Networks, composta por módulos como  Automatic Neighbor Relationship (ANR), Mobility Load Balance (MLB) e Self Healing realiza de forma dinâmica e automática testes, verificam erros e/ou falhas na rede, poupando tempo na resolução dos problemas quando eles são detectados. As primeiras cidades a serem beneficiadas serão Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Manaus, Cuiabá, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza, Curitiba, Porto Alegre e Natal.

“A TIM investe cada vez mais na sua rede para garantir uma boa experiência de navegação ao usuário. As soluções da Cisco e da Celcite visam otimizar esforços e melhorar no curto prazo a percepção de qualidade da rede pelos nossos clientes”, diz Daniel Hermetto, Diretor de Suprimentos e Logística da TIM Brasil.

O módulo Automatic Neighbor Relationship (ANR) é utilizado para otimizar ligações entre torres e/ou células vizinhas. Já o Mobility Load Balance (MLB) tem por função melhorar a distribuição do tráfego entre diversas células. O Self Healing é utilizado para minimizar os efeitos de uma eventual indisponibilidade de transmissão. Os valores dos contratos com os fornecedores não foram revelados.

 

Via: Convergenciadigital

Drones entregarão encomendas da Amazon em até meia hora

drone carteiro

 

A Amazon pretende fazer a entrega de suas mercadorias em até meia hora com ajuda de drones. No futuro, o Prime Air deixará as encomendas na porta da casa do cliente de forma segura e veloz.

A declaração sobre o investimento em drones, veículos aéreos não-tripulados, foi feita no domingo (1) pelo presidente-executivo, Jeff Bezos, durante entrevista ao programa de televisão “60 Minutes”, da CBS. O sistema poderá ser usado em 86% dos pacotes que a Amazon entrega.

A empresa pretende usar octocópteros. O aparelho tem base circular e voa auxiliado por oito hélices, o que garante estabilidade no ar. Por ser elétrica, a frota de drones também será mais ecológica.

Bezos disse que os drones poderão entregar pacotes com peso de até 5 libras (2,3 kg), como livros e Blu-rays. A distância máxima do percurso será de um raio de 16 km entre o centro de distribuição e a residência do cliente. As encomendas seguirão coordenadas de GPS obtidas durante a compra.

Mas o projeto ainda está no começo. Os drones, que coletarão itens nos centros de distribuição da Amazon e os levarão voando às casas dos consumidores, provavelmente não serão colocados em uso ainda por quatro ou cinco anos, disse Bezos. Isso porque vários testes ainda precisam ser feitos. Também é preciso que FAA (agência americana de aviação) regularize os drones para que voem legalmente.

A empresa fez um vídeo que apresenta o sistema a partir de uma entrega bem sucedida. Veja abaixo:

 

 

 

 

 

 Via: INFO