De forma geral, os eletroeletrônicos – TV, som e informática – foram uma das categorias com maior queda no preço na última década – 52,62% de decréscimo, em média

De forma geral, os eletroeletrônicos – TV, som e informática – foram uma das categorias com maior queda no preço na última década – 52,62% de decréscimo, em média
Um estudo realizado pela Intel Brasil mostra que o preço médio do computador segue constantemente na contramão da inflação e caiu 61% em 10 anos.
A pesquisa constatou, ainda, que, apesar da diminuição do preço, as capacidades dos computadores seguem crescendo. Além disso, o alto custo–benefício coloca o computador como prioridade na lista de consumo das famílias brasileiras.
De forma geral, os eletroeletrônicos – TV, som e informática – foram uma das categorias com maior queda no preço na última década – 52,62% de decréscimo, em média. O computador fica ainda abaixo desse índice, segundo a Intel, graças a uma série de fatores que incluem: isenção de impostos sobre os produtos de informática, aumento da fabricação local de componentes, queda do dólar, aquecimento da economia local e o próprio aumento da escala do mercado brasileiro, que hoje disputa as primeiras posições mundiais em consumo de Pcs.
A queda no preço significa que até mesmo computadores com as mais recentes tecnologias estão disponíveis a um preço acessível para a população. Enquanto em 2003 um computador com configuração básica, equipado com processador Intel Celeron de 1.3 GHz, 128 MB de memória e sistema operacional Windows XP custava entre 1.900 a 2.300 reais no grande varejo, atualmente já é possível adquirir computadores modernos, com tela sensível ao toque e o novo sistema operacional Windows 8, por preços que começam em 1.300 reais.
“A queda de preço do computador, aliado à maior diversificação dos produtos no mercado brasileiro e um esforço conjunto de todo o ecossistema, tornaram o projeto de inclusão digital do Brasil um estrondoso sucesso – nunca o computador foi tão acessível para as camadas mais baixas da população”, comentou Fernando Martins, presidente da Intel Brasil. “Dez anos atrás, ter um computador em casa era o sonho de muitas famílias da classe C. Hoje, este sonho nunca esteve tão próximo da realidade”.
Segundo Fernando, essa drástica redução no preço dos computadores é possível porque, com o aumento do número de pessoas com renda para consumir tecnologia, é possível reduzir o preço ao consumidor. “Atualmente, o consumo de produtos eletrônicos e de tecnologia crescem no Brasil porque estão bem no alto da lista de prioridades de consumo das famílias”, afirma.
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