Retrospectiva Grand Theft Auto: dos primórdios ao transcedente GTA V

Grand Theft Auto” é uma das séries mais populares e de maior prestígio na indústria dos jogos eletrônicos. É uma das poucas que podem correr o risco de receber investimentos altíssimos e levar o tempo que for necessário para serem lançadas porque sempre vendem dezenas de milhões de cópias, recebem notas máximas em praticamente todos os veículos de comunicação e divertem centenas de milhões de jogadores mundo afora. Pelo menos nas últimas duas décadas tem sido assim.
Consegue nomear todos os personagens acima?
Hoje (17/9) acontece o lançamento mundial de “GTA V“, um dos jogos mais aguardados não só deste ano, mas de toda esta geração de consoles. Mas enquanto o resto do mundo já está com o game em mãos, os brasileiros só poderão ter o gostinho de jogá-lo daqui a dois dias (19/9). Pensando no hype infinito em que muitos outros jogadores estão, da mesma forma como eu estou, elaborei uma breve retrospectiva comentada – e em alguns momentos opinada – da franquia desde seus primórdios, passando pelos episódios paralelos e fechando no título mais recente. Divirtam-se! ;) 
  • “Grand Theft Auto” (1997 | Produtora: DMA Design | PC, Playstation e Game Boy | Vendas: 2.5 milhões)
Meu primeiro – e tímido – contato com a série, o primeiro “GTA” foi lançado em outubro de 1997, numa época em que a indústria de games passava pela primeira vez dos US$ 5 bilhões arrecadados (hoje são mais de US$ 21 bilhões) e grandes jogos como “Final Fantasy VII“, “Mortal Kombat IV“, “Mario Kart 64“, “Castlevania: Symphony of the Night“, “MDK“, “Star Fox 64” e “Ultima Online” dominavam as atenções da crítica e o gosto dos jogadores. Mas uma vez que o game chegou às lojas, não demorou para que a sigla “GTA” passasse a se tornar conhecida e ter associada ao seu nome a característica de liberdade de movimentação. Toda a ação era vista “de cima”, numa perspectiva 2D que não mostrava todo o horizonte, apenas uma visão dos arredores do personagem principal na imagem máxima que cabia na tela. Não havia minimapa, mas a variedade de rádios já agradava bastante pela composição musical.

Já era possível roubar veículos e fazer estragos pelas ruas de Liberty City (Nova Iorque), San Andreas (São Francisco) e Vice City (Miami), as três cidades do game, que embora tenham exatamente os mesmos nomes dos lançamentos posteriores da franquia, em praticamente nada lembram os jogos que hoje conhecemos, pois a geografia era bastante diferente da atual. Era também possível escolher até seis personagens diferentes e barbarizar pelos locais e missões que variavam em objetivos, dificuldades, pontuações para atingir e limites de vidas para usar. Mais tarde, as expansões “GTA: London, 1969” e “GTA: London, 1961” serviram de complementação aos acontecimentos do episódio original e fortaleceram o nome da marca no mercado.
  • “Grand Theft Auto 2” (1999 | Produtora: DMA Design | PC, Playstation, Dreamcast e Game Boy Color | Vendas: 3.5 milhões)
Haja vista a surpresa agradável do primeiro “GTA”, “GTA 2” chegou em 1999 com expectativas excedentes. Não houve grandes revoluções em relação ao episódio anterior: gráficos um pouco melhorados, a clássica câmera “de cima” estava de volta, a liberdade de exploração havia sido um pouco ampliada e a violência estava mais forte do que antes, tanto que em alguns países o jogo foi classificado somente para adultos. A trama não deixava claro em que época os eventos aconteciam, sendo que a cidade-base era conhecida como Anywhere City, a metrópole do futuro dividida em Downtown District (com cassinos, hotéis, uma universidade e um hospital), Residential District (subúrbio que tem uma prisão e usina hidrelétrica) e Industrial District (área portuária e marítima).


O protagonista era Claude Speed, um bandido recém-saído da prisão que sofria sérios problemas de amnésia. Como o personagem quer ingressar na vida cotidiana da cidade e tentar arrumar sua vida, começa a se envolver com atividades que dão retorno financeiro rápido: crimes em geral, como roubos, assaltos, tráfico de drogas, assassinatos encomendados pelas milícias locais e assim por diante, até liberar os três distritos e poder competir por territórios e dominar as gangues rivais. O game não chegou exatamente a ser um primor de notas nos veículos especializados, embora tenha vendido mais que o jogo original. Contudo, não tem como não reconhecer que ajudou no estabelecimento da marca e abriu caminho para a revolução que viria na sequência. 
  • “Grand Theft Auto III” (2001 | DMA Design | PC, Playstation 2 e Xbox | Vendas: 14 milhões )
GTA III” foi um marco na história dos jogos com temática open-world, sendo o primeiro a adotar mecânicas 3D de jogabilidade e liberdade de exploração como nunca antes vistas na série. O que aconteceu, então? Simples: a aclamação universal positiva da crítica e popularização massiva da marca resultaram em vendas altíssimas para a época. Nenhum outro jogo da franquia havia conquistado tal parcela de atenção da mídia especializada, prestígio perante aos jogadores pela diversão proporcionada devido à inédita liberdade de exploração e chegado tão longe em termos de sucesso de mercado. A fórmula deu tão certo que todos os outros games da série lançados desde então, com exceção de “GTA: Chinatown Wars“, mantêm essa estrutura.
E grande parte desse sucesso foi a reprodução da cidade de Nova York na fictícia Liberty City, que trazia os principais pontos turísticos, atrações, ruas e trejeitos mais conhecidas da famosa cidade norte-americana. O protagonista era Claude Speed, um criminoso “mudo” que tenta recomeçar sua vida de volta à máfia como foragido da polícia local. Na pele do bandido, o jogador passa a realizar atividades ilegais típicas de criminosos desgovernados, como roubar, matar, agredir pessoas inocentes, furtas carros, atropelar pedestres desavisados, fuzilar policiais, invadir locais com ou sem vigilância em troca de dinheiro, fama e uma vida estável rodeada de prazeres e luxúrias. E foi exatamente pela pratica virtual dessas atividades, aqui convertidas em missões variadas, que “GTA III” virou exemplo negativo máximo e alvo constante de polêmicas sobre a influência dos jogos na formação da conduta das pessoas, sobretudo crianças e adolescentes. Até hoje, não há qualquer tipo de estudo que comprove tal relação.  
O game ainda ganhou uma expansão. Chamada de “GTA: Liberty City Stories“, foi lançada originalmente para PSP e depois para PS2. A trama, cujo protagonista agora é Antonio Cipriani, acontece alguns anos antes de “GTA III” e traz praticamente os mesmos aspectos do jogo original, como liberdade de exploração, violência gratuita (ainda que bem divertida) entre missões variadas e uma Liberty City inteira, sem alterações significativas, para desmistificar. 
  • “Grand Theft Auto: Vice City” (2002 | Rockstar North | PC, Playstation 2 e Xbox | Vendas: 18 milhões)
Com o sucesso estrondoso de “GTA III”, não demorou para que a Rockstar North (ex-DMA) pensasse numa nova versão da sua franquia, que a cada dia ganhava mais adeptos, se tornava cada vez mais relevante na indústria dos jogos eletrônicos e chamava cada vez mais atenção pela sua proposta cada vez mais open-world sem limites. “GTA: Vice City” chegou em outubro de 2002 e logo se tornou o jogo mais procurado, comentado, vendido e mais importante das plataformas em que foi lançado. E esse game, preciso reforçar, é o meu episódio preferido até hoje e não acho que tenha havido algum outro na série tão bom quanto ou que tenha me cativado mais tanto quanto este. Sim, podem me fuzilar, mas “GTA: San Andreas” não entra na minha lista de preferidos na série. 

Posso citar diversos motivos para isso. 1) Reprodução bastante precisa da Miami dos anos 80, num clima ensolarado da Flórida que transbordava para fora da tela com aquele por do sol inigualável, num típico dia de verão local. 2) Trilha sonora imbatível até hoje, cujas rádios remetem aos clássicos do rock e pop da época. Nada supera a sensação de mal começar a jogar, embarcar na primeira motocicleta ao seu lado e já ouvir “Billy Jean” (Michael Jackson) logo de cara. 3) Tommy Vercetti, o protagonista, tem uma trama muito bem trabalhada que vai da redescoberta da América às típicas mansões de roubo, comércio ilegal de drogas e carros, aos dos milionários moradores da região. 4) Mapa desenvolvido e pensado na medida certa, sem exageros, sem ser pequeno demais ou demasiadamente grande que chegue a comprometer a experiência, incluindo ainda colecionáveis secretos muito bem posicionados e consideravelmente difíceis de serem achados.

O game ainda recebeu uma expansão, chamada de “GTA: Vice City Stories“. O jogo, lançado originalmente para PSP e em seguida para  PS2, se passava, na verdade, antes de “GTA Vice City” e depois de “GTA: Liberty City Stories”, o seu antecessor. A Miami dos anos 80, as mecânicas, as principais localidades, armas, carros e parte da trilha sonora, estavam de volta. O protagonista agora era Victor Vance, irmão de Lance Vance, que traiu Tommy Vercetti em “GTA: Vice City”. Não chegou a impactar por não ser exatamente uma novidade e não inovar em praticamente nada, mas servia como um ótimo extra de pelo menos 15 horas a mais na diversão do jogo principal.  
  • “Grand Theft Auto: San Andreas” (2004 | Rockstar North | PC, Playstation 2 e Xbox | Vendas: 22 milhões )
O sucesso estrondoso de “GTA: Vice City” logo deu margem a especulações quanto a uma nova versão. O que o próximo game da franquia deveria ter para superar o anterior? Resposta: expandir exponencialmente tudo o que o jogo anterior apresentou e multiplicar o resultado por variedades máximas em um mundo dominado pela criminalidade. Sendo assim, “GTA: San Andreas” trouxe maior interatividade com o mundo, mapas maiores para exploração ainda mais livre, mais armas (de tacos de beisebol a bazucas), mais missões principais e paralelas, protagonista (Carl Johnson, ou simplesmente CJ) mais próximo à realidade das facções e gangues criminosas, maior variedade de veículos (de bicicletas à caças ultravelozes), personalização do personagem, elementos de RPG na evolução dele, uma cidade totalmente nova (Los Santos, inspirada em Los Angeles), tiroteios refinados, várias atividades extras para fazer (musculação, grafite) e segredos ocultos para descobrir. Até hoje ainda tem gente procurando pelo pé grande e por OVNIS nos pontos mais obscuros do game.  

Com tudo isso, o resultado não poderia ter sido diferente: “GTA: San Andreas” é o segundo jogo mais vendido na franquia e o responsável por definitivamente consolidar a marca como uma das mais rentáveis na indústria dos jogos eletrônicos. Foi a partir do sucesso desse game que outras franquias open-world surgiram e sempre tentaram ganhar alguma parcela do gênero já dominado no mercado pela Rockstar North. É o caso de “Crackdown“, “Saints Row” e “Just Cause“. Nenhuma delas chegou a ameaçar o reinado de “GTA”, que nunca chegou a sair do topo da lista dos mais procurados, divertidos e carismáticos. Estes outros games, na verdade, apenas competem entre si pelo longínquo segundo lugar, sem conseguirem realmente se destacar de alguma forma.



Agora particularmente, “GTA: San Andreas” foi o menos impactante de todos desde meu primeiro contato com a franquia. Não é porque um jogo oferece uma infinidade de coisas para se fazer que ele se torna o melhor ou o mais divertido. Quantidade não é sinônimo de qualidade e vice-versa. Se não houver nenhuma espécie de identificação ou empolgação com o que acontece na tela, não há momentos marcantes que tornem o título de alguma forma inesquecível. Primeiro: em momento algum consegui “engolir” CJ e a temática exageradamente gangster da história. Segundo: as rádios tocavam exaustivamente músicas dos gêneros rap e hip-hop (eu sei que havia rádios de outros estilos), dois estilos que não me apetecem. Terceiro: várias missões eram demasiadamente mais chatas e entediantes do que realmente entretenedoras. Quarto: se chegar a morrer durante alguma delas, era obrigatório voltar ao último ponto salvo, que geralmente estava bem longe do ponto de missão, fazendo você perder muitos minutos percorrendo cenários geralmente desinteressantes ou monótonos, algumas vezes bem verticalizados, fazendo você perder ainda mais tempo e cansando pela repetição.
Estes argumentos já são o suficiente para atiçar a ira desenfreada em muitos de vocês. Mas pelo menos me fiz a obrigação de zerar o jogo na época para poder dizer tudo isso hoje sem nenhum tipo de insegurança por estar criticando um dos jogos mais bem avaliados de todos os tempos. “GTA: San Andreas” continua sendo um dos melhores games de todos os tempos para muita gente, embora eu sempre vá discordar disso.     
  • “Grand Theft Auto IV” (2008 | Rockstar North | PC, Playstation 3 e Xbox 360 | Vendas: 26 milhões)
Com o sucesso comercial sem precedentes de “GTA: San Andreas”, GTA IV” mal foi anunciado em 2006 na E3 daquele ano e rapidamente se tornou o tópico mais comentado, o jogo mais aguardado e finalmente mais jogado assim que chegou às lojas em abril de 2008. Não podia ser diferente: era um dos games mais caros da história já produzidos, custando mais de US$ 100 milhões e as campanhas de marketing pela estreia da franquia nas plataformas de alta definição faziam questão de ressaltar que essa era a experiência definitiva do que conhecíamos até então como liberdade de exploração, mapas cada vez mais complexos e várias coisas para ocupar o tempo e se divertir virtualmente.

Ao mesmo tempo em que se tornava o campeão de críticas, de vendas e de diversão para milhões de jogadores mundo afora (meu caso), tornou-se também uma decepção para tantos outros fãs, que não gostaram de algumas ausências do game anterior, como falta de bicicleta ou aviões controláveis, cheat codes exagerados, mapa menor, protagonista menos carismático (eu ainda acho a seriedade de Niko Bellic bem mais simpática que a “bandidagem descolada” de CJ) e atividades extras menos atraentes (embora eu goste mais de jogar boliche e sinuca do que fazer provas de motocicleta ou musculação entediantes). Além disso, foi verdadeiramente a primeira vez na série que uma cidade, no caso, Nova Iorque, estava muito bem reproduzida numa cidade fictícia, Liberty City, com detalhes muito típicos e bem fiéis ao real. Tudo se tornou ainda mais inesquecível para mim porque eu havia acabado de retornar ao Brasil de uma viagem aos Estados Unidos, sendo que o último lugar que visitei havia sido a metrópole norte-americana. Foi realmente incrível revisitar lugares, principais pontos turísticos, ruas, cantinhos e rever locais no game que, na semana anterior, eu havia passado algumas horas conhecendo, tirando fotos e fazendo registros mentais para recordar os bons momentos posteriormente.


Em 2009, “GTA IV” ainda ganhou duas expansões: “The Lost and Damned” e “The Ballad of Gay Tony“, dois dos melhores conteúdos extras já lançados nesta geração. Digo isso porque, juntas, as duas expansões funcionam praticamente como um jogo independente que consegue agregar mais valor, novidades e ser mais divertido do que grande parte dos outros lançamentos da época. Enquanto algumas produtoras lançavam novos mapas para seus games com multiplayer online e outras adicionavam personagens e roupas extras a custos exploratórios, os dois games traziam novas missões, áreas, armas, personagens e histórias totalmente retrabalhadas que adicionavam muito ao título original. Embora não tenham vendido muito, a recepção da crítica e dos fãs foi tão boa que a Rockstar ainda lançou uma versão física, denominada “GTA: Episodes From Liberty City, com os dois extras inclusos no pacote, no ano seguinte.  
Ainda, “GTA IV” ganhou uma versão paralela (spin-off) do game foi lançada em 2009 para Nintendo DS. Produzido pela Rockstar Leeds, chamava-se “GTA: Chinatown Wars” e focava sua trama nos Triads, sindicato da máfia chinesa instalada em Nova Iorque, cujo protagonista Huang Lee logo se envolve no submundo de Liberty City para tentar construir sua vida em missões bem controversas. A ação aqui era em 2D, exatamente com a mesma perspectiva dos primeiros jogos da franquia, e logo o game também ganhou uma conversão no PSP, com melhorias gráficas singelas e ajustes nos controles pela ausência de tela de toque no portátil da Sony.   
  • “Grand Theft Auto V” (2013 | Rockstar North | Playstation 3 e Xbox 360)
Chegamos, então, ao jogo mais esperado não somente de 2013, mas também de toda esta geração de consoles. A marca “Grand Theft Auto” é tão consolidada e onipresente que, desde o anúncio do quinto episódio, a internet ferve com teorias, suposições e exigências do que o jogo precisaria ter para se tornar um marco. Mas, convenhamos, com tudo o que já vimos até hoje através de fotos, trailers, vídeos com gameplay e muitas informações, o game já está no topo da lista dos melhores para muita gente, mesmo ainda sem jogar. Ainda mais sabendo que os investimentos para produzir o game passaram dos US$ 265 milhões, a maior quantia já gasta para desenvolver um jogo. 

A pergunta realmente que faço aqui é: como não se empolgar com “GTA V”? Para começar, o game propõe uma liberdade absurda da suas ações. Tudo bem, a série praticamente sempre pregou essa dinâmica de jogabilidade. A diferença é que, dessa vez, você realmente poderá fazer absolutamente tudo o que quiser, na hora que quiser e como quiser: das missões principais às paralelas, praticar diversos esportes radicais, participar de corridas, ter sua própria revendedora de veículos, seu próprio grupo de amigos bandidos, seus próprios bens imobiliários customizados e assim por diante. E isso poderá ser feito a partir da perspectiva dos os três protagonistas, Franklin, Trevor e Michael, através da função switch, que permitirá trocar os personagens livremente e passar a jogar com um dele a partir do ponto que você decidir qual o momento mais oportuno para isso.   
lista de coisas para se fazer é gigantesca, por isso, resumindo, poderá construir uma vida virtual na cidade fictícia de Los Santos, cujo mapa abrange uma área maior do que os mapas de “GTA: San Andreas”, “Red Dead Redemption” e “GTA IV” somadas. Já imaginou o que isso significa? Exploração e possibilidades de interação praticamente infinitas, extremamente divertidas e que vão levar um bom tempo até que se tornem monótonas ou até mesmo cansativas. Fora que, quando realmente se tornarem menos atrativas, será a hora de partir para ogigantesco universo do multiplayer do jogo, chamado aqui de “GTA Online”. Ao todo, estão prometidas mais de 700 missões, em que 16 jogadores poderão participar cooperativamente ao mesmo tempo. Como a própria Rockstar North afirmou, “vai ser praticamente um “GTA MMO“. Alguém tem alguma dúvida disso?


Para terminar, tenho certeza absoluta que os jogadores de PC também querem muito jogar “GTA V”. Por isso, eu digo: se acalmem, pessoal, é quase certo e bastante provável que o game seja lançado na plataforma em breve.Pelo menos todos os rumores apontam para isso. Levem em conta que a franquia é tradicionalmente conhecida e extremamente popular no PC, portanto, seria totalmente desgostoso e totalmente fora dos padrões da indústria não haver uma versão para computadores. Eu sei que alguns de vocês têm um pé atrás com a Rockstar por não ter lançado “Red Dead Redemption” para PC, mas realmente não acredito que o mesmo ocorra com “GTA V”. Portanto, é esperar o anúncio oficial e depois jogar até as mãos e braços de vocês caírem.

via: adrenalina

Do blog!

Uma coisa que, me irrita muito é a questão de certos “especialistas” condenarem jogos como o GTA. Cada pessoa tem suas particularidades e não é pelo fato do jogo ser uma drama da vida de criminosos que todos os fatos que aconteceram foram induzidos com base nesse game que pra mim é um dos jogos que vão virar história na vida de muitos jovens assim como Mario Bros, Mortal Kombat, Pac Man e outros… Eu tive a oportunidade de conhecer GTA por volta do ano 2001/2002 e nunca mais parei de jogar e hoje meu filho de apenas 5 anos jogar desde os 2 anos de idade e nunca vi um comportamento dele fora do comum!
Então pra quem é contra os GAMES parem de falar merda e vão aproveitar esse tempo em que estão, falando mal, dos games e aproveitem para escolherem um jogo e zerar… 

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