Drones entregarão encomendas da Amazon em até meia hora

drone carteiro

 

A Amazon pretende fazer a entrega de suas mercadorias em até meia hora com ajuda de drones. No futuro, o Prime Air deixará as encomendas na porta da casa do cliente de forma segura e veloz.

A declaração sobre o investimento em drones, veículos aéreos não-tripulados, foi feita no domingo (1) pelo presidente-executivo, Jeff Bezos, durante entrevista ao programa de televisão “60 Minutes”, da CBS. O sistema poderá ser usado em 86% dos pacotes que a Amazon entrega.

A empresa pretende usar octocópteros. O aparelho tem base circular e voa auxiliado por oito hélices, o que garante estabilidade no ar. Por ser elétrica, a frota de drones também será mais ecológica.

Bezos disse que os drones poderão entregar pacotes com peso de até 5 libras (2,3 kg), como livros e Blu-rays. A distância máxima do percurso será de um raio de 16 km entre o centro de distribuição e a residência do cliente. As encomendas seguirão coordenadas de GPS obtidas durante a compra.

Mas o projeto ainda está no começo. Os drones, que coletarão itens nos centros de distribuição da Amazon e os levarão voando às casas dos consumidores, provavelmente não serão colocados em uso ainda por quatro ou cinco anos, disse Bezos. Isso porque vários testes ainda precisam ser feitos. Também é preciso que FAA (agência americana de aviação) regularize os drones para que voem legalmente.

A empresa fez um vídeo que apresenta o sistema a partir de uma entrega bem sucedida. Veja abaixo:

 

 

 

 

 

 Via: INFO

Amazon lança loja de aplicativos Android no Brasil para concorrer com Google

A Amazon anunciou nesta quinta-feira, 21/11, o lançamento da sua loja de aplicativos no Brasil. Agora, os clientes brasileiros poderão comprar apps Android pela Amazon Appstore pagando em reais. A chegada da loja significa um rival de peso para a Google Play, da gigante de buscas.

Com aplicativos para smartphones e tablets Android, a Amazon Appstore  pode ser acessada diretamente pelo dispositivo móvel com sistema do Google ou por meio do site oficial em computadores (www.amazon.com.br/appstore). Segundo a empresa, a maioria dos aplicativos disponíveis na loja podem ser usados em mais de um aparelho Android.

Entre as opções oferecidas neste lançamento estão aplicativos conhecidos como Facebook e Twitter, games consagrados como Candy Crush Saga e Angry Birds, e ainda apps brasileiros, a exemplo do Banco do Brasil e jogos da Coquetel. A lista ainda inclui app do Netflix e títulos da produtora Gameloft.

Além disso, uma sessão chamada App Grátis do Dia permite que os usuários baixem gratuitamente um aplicativo chamado premium (que é pago normalmente). Nesta primeira semana de lançamento, a relação de apps disponíveis de graça inclui os games Angry Birds Seasons, Cut the Rope e o app de rádios TuneIn Radio Pro.

Para baixar os aplicativos da loja, os usuários precisam primeiramente acessar o site oficial da Amazon Appstore e então baixar o seu aplicativo oficial.

 

Via: IDGNow

Dois livros contam as histórias secretas da Amazon e do Twitter

Duas novas biografias sobre empreendedores e suas empresas famosas vão ser leitura obrigatória nesses próximos meses. A primeira, programada para ser lançada em 22 de outubro, conta a “verdadeira” história da criação da Amazon e sua transformação na maior “Everthing Store” (loja de todas as coisas) da história.
O livro chama-se THE EVERYTHING STORE: Jeff Bezos and the Age of Amazon (editora Little, Brown and Company) e foi escrito por Brad Stone, jornalista sênior da Bloomberg Businessweek. Ele é o tema da capa da revista da próxima semana, que vai para as bancas dos EUA em formato impresso nesta sexta-feira (11/10) mas que pode ser comprada em formato digital na iTunes store hoje à noite.
bezos capa businessweekStone entrevistou centenas de amigos, ex-amigos e pessoas que de alguma forma se relacionaram com o fundador da Amazon, Jeff Bezos, ao longo desses anos. E o resultado, segundo o autor, é um relato surpreendente de como Bezos construiu uma empresa que hoje vale US$ 75 bilhões e briga com a Wal-Mart como loja, com a Apple como fabricante de dispositivos móveis e com as grandes empresas de TI na área de datacenters e big data.
Para quem gosta do estilo Bezos há muito combustível. Uma das histórias é sobre o temido email com um ponto de interrogação que Bezos envia para os responsáveis sobre uma área da empresa que tenha sido objeto de um email enviado por um consumidor diretamente para ele (seu endereço de email é público e ele realmente abre as mensagens, segundo o livro. Se quiser fazer o teste: jeff@amazon.com). Segundo Stone, receber tal email é motivo de pânico e correria para descobrir o que aconteceu, preparar um relatório detalhado sobre o problema e rezar para que a explicação convença o chefe.
O segundo livro, programado para lançamento em 5 de novembro chama-se Hatching Twitter: A True Story of Money, Power, Friendship, and Betrayal (que pode ser traduzido como Chocando o Twitter: Uma história real sobre dinheiro, poder, amizade e traição). O livro foi escrito pelo jornalista do The New York Times, Nick Bilton, e o título do artigo publicado ontem pelo jornal com o resumo da história dá o tom da narrativa “No amor e no Twitter, vale tudo”.
 
Bilton é ácido ao contar como nasceu afinal o Twitter e como foi alimentado e cuidado até chegar à fase atual, de bater asas e lançar seu IPO. Como a data da oferta pública de ações do Twitter está possivelmente marcada para meados de novembro, Bilton e sua editora não escolheram momento mais feliz para lançar a biografia.
Ambos os livros são relatos jornalísticos e resultado de um intenso trabalho de reportagem e entrevistas, portanto nenhum deles pode ser considerado “biografia autorizada”. Certamente não no caso do livro de Bilton, que transforma o nascimento do Twitter uma quase novela das oito, com direito a lances de traição, vaidade e puxadas de tapete que não combinam com o jeito “cool” de ser das startups que nascem no vale do silício.
Segundo Bilton, embora a lenda urbana diga que Jack Dorsey, ex-CEO e atual chairman da empresa, foi quem teve a idéia original do microblog (história essa confirmada com detalhes intesos pelo próprio Dorsey), a verdadeira história aponta para Noah Glass, um jovem executivo da Odeo (a startup fundeada por Evan Williams da qual o Twitter nasceu), que teria não só pensado em transformar updates do Twitter em uma conversa entre amigos como também seria o autor do nome.
Os dois livros já estão em pré-venda na Amazon (achou que seria diferente?) e um bom trecho de cada um deles, escrito pelos próprios autores, pode ser lido na Bloomberg Businesweek e no The New York Times.
SERVIÇo: Para encomendar seu livro, em formato impresso ou kindle, clique nos nomes a seguir – Hatching Twitter: A True Story of Money, Power, Friendship, and Betrayal e THE EVERYTHING STORE: Jeff Bezos and the Age of Amazon
Via: IDGNow

Amazon vai "além do HD" com nova linha de tablets Kindle Fire HDX

A Amazon anunciou nesta quarta-feira, 25/9, o novo tablet Kindle Fire HDX e uma atualização do Kindle Fire HD.
Como o nome sugere, o Kindle Fire HDX é o novo tablet top de linha da Amazon. O aparelho estará disponível em modelos com telas de 7 e 8,9 polegadas com alta resolução. Ambos tem resolução de 1920×1200 pixels, com o  modelo maior, de 8,9”, registrango 339 pixels por polegadas, enquanto que a versão de 7” terá 323 ppi.
Além disso, o novo gadget traz processador Snapdragon 800 de 2.2GHz, bateria com cerca de 11 horas de duração para uso variado.
O Kindle Fire HDX de 7 polegadas começa a ser vendido nos EUA em 18/10 com preço sugerido de 230 dólares. Já a versão maior, com tela de 8,9 polegadas, chega naquele país em 7/11 e vai custar 380 dólares – por enquanto não se falou nada sobre um possível lançamento no Brasil.
Novo Kindle Fire HD
Já a versão atualizada do Kindle Fire HD traz tela de 7 polegadas, com 1280×800 pixels de resolução (216 ppi), processador dual-core de 1.5GHz, e o novo sistema Fire OS 3.0 “Mojito”, software da Amazon baseado no Android.
O gadget chega em 7/10, com preço sugerido de 140 dólares, cerca de 60 dólares a menos do que seu antecessor.
Via: IDGNow

Amazon lança coleção Harry Potter em português para Kindle

A série de livros com as aventuras do jovem bruxo Harry Potter, escrita pela inglesa J.K. Rowling, estão disponíveis em português, a partir de hoje, na versão ebook para compra na Loja Kindle Brasil da Amazon.com. A empresa anuncia a oferta dos sete volumes da série e também três livros adicionais que foram escritos para reverter parte da renda a uma instituição de caridade no Reino Unido.
harry potter books
Também estarão disponíveis as versões em inglês de todos os livros, bem como as edições em alemão, francês, espanhol, italiano e japonês para os clientes na Loja Kindle Brasil. No site da Amazon.com.br foi criada uma página especial com todas as versões dos livros digitais, mas ao clicar em um dos livros o consumidor é levado para uma versão em português da loja especial PotterMore Shop, onde pode ver os preços em dólar e finalizar a compra. Os livros podem ser lidos em dispositivos Kindle ou por meio dos aplicativos Kindle gratuitos para smartphones, tablets e computadores pessoais.

“A série Harry Potter é muito popular no Brasil e, desde o dia que lançamos a Loja Kindle Brasil, clientes nos perguntam quando poderiam ler seus títulos em português no Kindle” disse Alex Szapiro, Vice-Presidente de Kindle, Amazon.com.br. Assim como todos os livros Kindle, a série Harry Potter é “Compre uma vez, leia em qualquer lugar” – clientes da Amazon podem ler seus livros no maior número de dispositivos e plataformas, incluindo qualquer Kindle e também em iPads, iPhones, iPod touches, PCs, Macs, dispositivos Android, BlackBerrys e Windows Phones.
Os livros digitais podem ser comprados, em alguns casos, por valores entre 40% a 50% menores que suas versões em papel em português disponíveis nas lojas online. Se optar por comprar a coleção completa, o usuário brasileiro vai gastar R$ 129,00 e os volumes separados custam entre R$ 17,22 e R$ 22,40.
Via: IDGNow

Amazon nega rumores de que lançaria um smartphone gratuito ainda em 2013

Amazon.com 
Há algum tempo, rumores dizem que a Amazon está desenvolvendo seu próprio smartphone. Agora, um novo relatório do The Wall Street Journal alegou que a gigante do varejo estava pensando em oferecer seus novos telefones sem nenhum custo para o consumidor. Mas não demorou para que a Amazon negasse essa história.
O motivo alegado pelo jornal para que o aparelho fosse gratuito seria o fato de a empresa manter um vínculo entre o smartphone e seus outros serviços, como o programa de fidelidade da Amazon. Pouco depois de sua publicação, na última sexta-feira (06), a notícia do celular gratuito da fabricante do Kindle começou a se espalhar, e já no domingo (08) um porta-voz da Amazon veio a público dizer que: “Nós não temos planos de lançar um telefone este ano, e se tivermos que lançar um telefone no futuro, ele não seria gratuito”.
Mesmo sem oferecer um smartphone sem custos para os consumidores, é possível que a Amazon ainda possa agrupar os seus serviços para oferecer o dispositivo de uma forma relativamente mais barata, sem recorrer ao tradicional método de contrato de dois anos com uma operadora, o que incentivaria os clientes a inclinar-se em direção ao próprio ecossistema da Amazon para comprar aplicativos e conteúdos.
Recentemente, o The Wall Street Journal também divulgou que a empresa estaria trabalhando em um novo smarrtphone 3D, e que a varejista deve usar algum tipo de tecnologia de rastreamento de retina para apresentar uma espécie de imagem holográfica que se torna visível sem óculos, e que parece saltar da tela. Enquanto não temos confirmações sobre o lançamento do esperado smartphone da Amazon, continuamos de olho para saber os próximos movimentos da companhia no mercado de hardware

Amazon dará descontos em e-books para quem comprou livros de papel

A Amazon lançou uma promoção para estimular a leitura de e-books entre seus consumidores. Quem já comprou uma versão em papel de um livro no site agora poderá adquirir a edição digital para Kindle com um desconto enorme, podendo sair de graça ou custando no máximo 3 dólares.
Chamado de Kindle MatchBook, o programa foi anunciado pela Amazon nesta terça-feira, 3/9, e inclui livros comprados desde a abertura da maior loja virtual do mundo, em 1995.
Com lançamento previsto para outubro, a iniciativa vai contar inicialmente com 10 mil livros disponíveis no programa. Enquanto isso, a Amazon está conversando com editoras e autores para que incluam suas obras no MatchBook, o que poderia aumentar receitas para a plataforma e para os escritores.
“Além de ser um ótimo novo benefício para os consumidores, essa é uma escolha fácil para os escritores e editoras que agora poderão ganhar mais com cada livro que publicam”, afirma o vice-presidente de conteúdo para Kindle, Russ Grandinetti.
Segundo a empresa, o conceito para o MatchBook surgiu a partir de pedidos dos consumidores por pacotes que incluíssem as versões em papel e digital dos livros.
Via: IDGNow