Empresa vende avaliações positivas para homens no Lulu por até R$50

O aplicativo Lulu causou bastante barulho nos primeiros dias de lançamento no Brasil ao permitir que mulheres avaliem de forma anônima os homens que sejam seus amigos no Facebook. Pensando nisso, um grupo de brasileiros criou um serviço para os homens “se defenderem” com a compra de avaliações positivas no app.

Chamado de LuluFake, o serviço cobra até 50 reais em troca de pacotes com avaliações positivas no aplicativo que já virou febre nos EUA e no Brasil. Segundo os criadores da novidade, que também estão por trás do Namorofake.com, já foram feitos mais de mil atendimentos em apenas um dia.

“Não queremos de nenhuma forma denegrir a imagem ou enganar as mulheres, queremos apenas ter o direito de defesa. Vamos jogar o jogo delas e transformar o Lulu na maior ferramenta de marketing pessoal dos homens”, afirma o cofundador do LuluFake, Flávio Estevam, quando questionado sobre o valor ético do serviço.

De acordo com Estevam, o LuluFake espera atingir nada menos que 20 mil contratações até o Natal.

E aí, o que achou do LuluFake? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

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Via: IDGNow

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Review: novo Nokia Lumia 1020 pode ser a sua próxima câmera compacta

Quando o assunto são boas câmeras em smartphones a Nokia tem uma longa história. Lembro-me bem do frenesi causado pela impressionante (para a época) câmera de 5 MP do N95, da expectativa pelo N8 com sua câmera de 12 MP e do espanto coletivo quando o 808 PureView, com sua câmera de 41 MP, foi lançado no início de 2012.

A Nokia reaproveitou o termo “PureView” quando lançou o Lumia 920, apresentando-o como um pacote de tecnologias para melhores fotos, entre elas um sensor de câmera maior capaz de captar mais luz e estabilização óptica de imagem, em vez de uma referência a uma resolução específica do sensor. Ainda assim, um PureView de 8 MP parecia pouco depois que já havíamos sentido o gostinho de algo ainda melhor.

Por isso o Lumia 1020 começou a chamar a atenção logo que os primeiros rumores sobre o projeto começaram a circular. Um Windows Phone com um sensor de imagem de 41 MP parecia combinar o melhor de dois mundos: a qualidade de imagem do 808 PureView com o sistema operacional e hardware modernos dos Lumia. Uma máquina capaz de não só fazer boas imagens, como também de rodar todos aqueles apps e serviços com os quais nos acostumamos no dia-a-dia.

E não é que a mistura deu certo? Como smartphone o Lumia 1020 é bastante capaz, e como câmera faz fotos excelentes, dando ao usuário uma flexibilidade nunca antes vista em um aparelho tão compacto.

Design e hardware

O Lumia 1020 lembra muito o 920, um retângulo com laterais arredondadas e corpo sólido em policarbonato (plástico). O modelo que testamos, preto, tem um acabamento fosco que ajuda a esconder marcas de dedos, enquanto os modelos branco e amarelo tem acabamento brilhante. A traseira é fixa, então não é possível mudar a cor do aparelho trocando a tampa, como no Lumia 820.

No topo ficam o slot para um SIM Card (micro SIM) e o conector para fones de ouvido, e embaixo os alto-falantes, um slot por onde você pode passar uma pulseira (como em uma câmera) e o conector micro USB.

Todos os botões ficam na lateral direita: controle de volume no topo, um botão liga/desliga centralizado e um botão para a câmera no canto inferior. O Lumia 1020 não tem um slot para cartões de memória, nem há uma forma de conectá-lo diretamente a uma TV de alta-definição.

A principal diferença no design do Lumia 1020 em relação ao 920 está na traseira: o imenso módulo circular da câmera, que abriga a lente Carl-Zeiss, sensor, flash Xenon e LED para foco ou iluminação auxiliar durante filmagens.

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É impossível não notar o módulo da câmera na traseira do Lumia 1020

Nesse ponto o aparelho chega a 1,4 cm de espessura, o que impressiona considerando que a maioria dos smartphones top no mercado está abaixo dos 8 mm, mas não chega a incomodar no bolso. Veja o lado bom: é muito menos do que os 2,5 cm do Galaxy S4 Zoom (com a lente retraída). E no geral o Lumia 1020 é mais leve que o Lumia 920 (158 contra 185 gramas) e, descontando o módulo da câmera, mais fino (10,4 contra 10,7 mm).

Quando publicamos o review norte-americano do Lumia 1020 alguns leitores reagiram fortemente quando o autor classificou o hardware como “datado”. Mas é verdade: o processador é um Qualcomm Snapdragon MSM8960 dual-core de 1,5 GHz, o mesmo de modelos anteriores como o Lumia 820 e 920, e que já era usado no Motorola RAZR HD, um smartphone Android que chegou às lojas no Brasil em setembro de 2012. E telas HD (1280 x 768 pixels) deixaram de ser novidade mesmo entre os Windows Phone com o Lumia 920, lançado no exterior em novembro do ano passado. Felizmente nada disso prejudica o desempenho, como veremos adiante.

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Perfil do Lumia 1020. Se não considerarmos a câmera, ele é mais fino que o Lumia 920

O Lumia 1020 tem 32 GB de memória interna (cerca de 29 GB disponíveis), 2 GB de RAM, NFC (para facilitar a troca de arquivos entre aparelhos e comunicação com acessórios), suporte a redes 4G e 3G e a redes Wi-Fi em todos os principais padrões do mercado: 802.11 a/b/g e n. Também há Rádio FM, o que é algo raro entre os smartphones topo de linha.

Software

O Lumia 1020 roda o sistema operacional Windows Phone 8 já com a atualização Lumia Amber, que começou a ser distribuída aos outros aparelhos da empresa em agosto deste ano. Se você já usou um smartphone com o Windows Phone 8, ou mesmo um PC com o Windows 8, estará em casa: a interface baseada em blocos dinâmicos é exatamente a mesma.

O sistema inclui uma versão “de bolso” dos aplicativos do Office (Word, Excel, PowerPoint, OneNote) e tem excelente integração com serviços da Microsoft como o SkyDrive, Xbox Live e Xbox Music. A Nokia adiciona alguns apps e serviços extras, como o HERE Maps e HERE Drive+ (mapas e navegação), Nokia Camera, o serviço de música online Nokia Música e o Nokia Care, que tem um Guia do Usuário e dicas de como usar o aparelho. Também há o Data Sense, que permite monitorar o uso do plano de dados.

Um recurso interessante que foi adicionado ao sistema é a Glance Screen. Mesmo com a tela desligada o aparelho pode exibir um relógio (em cinza) sobre fundo preto quando você o tira do bolso ou paira a mão sobre a tela. Como a tela é AMOLED e só as partes “acesas” consomem energia, o consumo nesse modo é menor do que se você acordasse o aparelho inteiro só para ver que horas são. É um conceito que foi importado de um outro aparelho da Nokia, o N9. Outra idéia reaproveitada da mesma fonte é dar dois toques na tela para acordar o smartphone, em vez de pressionar o botão na lateral direita.

Infelizmente a Glance Screen mostra praticamente só o relógio, um ícone se o aparelho estiver carregando e outro se estiver no modo silecioso. Seria interessante se a Nokia aproveitasse as idéias da Motorola no Moto X, mostrando também notificações pendentes e permitindo até que você interaja de forma limitada com elas sem ter se acordar o smartphone.

Vale mencionar que a plataforma Windows Phone vem amadurecendo, e o número de aplicativos, especialmente o dos aplicativos mais populares entre os usuários, vem crescendo. Ainda não dá para comparar com o Android ou mesmo o iOS, especialmente em categorias como jogos, mas você terá de abrir mão de pouca coisa na plataforma da Microsoft.

Até mesmo o Instagram, que era a principal ausência até pouco tempo atrás, já não é mais problema: há um cliente não oficial e gratuito chamado6Tag que tem todos os recursos dos clientes oficiais para o iOS e Android, permitindo ver e postar fotos (com os mesmos filtros) e vídeos, além de curtir e comentar imagens. E um cliente oficial deve ser lançado em breve, junto com clientes para outros serviços como o Vine e Flipboard.

Um bug irritante me incomodou durante o período que passei com o Lumia 1020: por duas vezes o corretor automático do teclado simplesmente decidiu ignorar minhas preferências de idioma (Português) e reverter para o inglês. Para voltar ao Português tive de mudar o idioma do aparelho para qualquer outro em região+idioma, na tela de Configurações, reiniciar o smartphone, redefinir o idioma para o português e reiniciar novamente.

Câmera

A câmera é o principal destaque do Lumia 1020, tanto pela resolução (41 MP) e tamanho (1/1.5”) do sensor, muito maiores que a média dos smartphones e mesmo câmeras domésticas, quanto pela qualidade das imagens e flexibilidade oferecida ao fotógrafo pelo conjunto de controles manuais no aplicativo Nokia Camera.

Vamos começar pela resolução: devido a diferenças no formato do sensor (circular) e das fotos (retangulares), a resolução real das imagens é um pouco menor que os 41 MP. Fotos na proporção 16:9 (“wide”) tem resolução de 7712 x 4352 pixels, cerca de 34 MP. Já as feitas na proporção 4:3 tem resolução de 7136 x 5360 pixels, cerca de 38 MP.

Ainda assim é muita informação. Os arquivos JPEG tem entre 8 e 12 MB cada, dependendo da imagem. Para facilitar o compartilhamento, por padrão o Lumia 1020 cria automaticamente uma cópia de cada imagem redimensionada para 5 MP com um tamanho muito mais razoável, entre 1 e 2 MB. Sempre que você compartilhar uma imagem usando o aparelho, seja via e-mail, Twitter, Instagram ou Facebook, estará usando a versão de 5 MP. As imagens originais só são acessíveis quando você pluga o smartphone a um PC.

A altíssima resolução permite alguns truques bem legais. Um deles é a possibilidade de reenquadrar a cena usando o aplicativo Nokia Camera. Basicamente ele faz um recorte da imagem na proporção escolhida (como 16:9, 4:3 ou 1:1) e gera um arquivo de 5 MP com o resultado.

Isso torna possível fazer uma foto rapidamente sem se preocupar muito com os detalhes, e enquadrar a cena da forma que achar melhor depois. Ou então produzir uma nova imagem focando em um detalhe que passou desapercebido na hora do clique, ou que você deseja destacar. Graças à resolução, mesmo os recortes podem produzir fotos impressas de alta qualidade. A imagem abaixo (clique para ampliar) é um recorte em 5 MP de um original de 34 MP.

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Recorte em 5 MP de uma imagem de 34 MP feita com o Lumia 1020
Clique para ampliar, ou baixe o arquivo original (cuidado, são 10 MB!)

Os controles manuais oferecem ainda mais flexibilidade.  É possível definir o comportamento do flash, balanço de branco, foco, ISO (100 a 4000), velocidade do obturador (1/16000 a 4 segundos) e compensar a exposição (-3.0 a +3.0). Quem conhece o significado de cada um destes parâmetros poderá se divertir muito e obter fotos que seriam impossíveis com outros aparelhos, como belas cenas noturnas.

Por exemplo, a foto abaixo foi feita com ISO 100, exposição de 2 segundos e balanço de branco manual (fluorescente). O smartphone foi segurado nas mãos, e meus cotovelos estavam apoiados em uma mureta. Mesmo com o maior tempo de exposição e pouca luz, o estabilizador óptico ajudou a evitar que a foto saísse tremida.

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Foto noturna feita com o Lumia 1020. Clique para ampliar

Compare com a mesma cena fotografada por um Samsung Galaxy S4.

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Foto noturna feita com o Galaxy S4. Clique para ampliar

Mas é claro que você não precisa entender de fotografia para fazer boas fotos com o Lumia 1020. Mesmo no modo completamente automático ele é capaz de produzir imagens como estas:

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Foto feita com o Nokia Lumia 1020. Clique para ampliar (cuidado, são 9,2 MB!)

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Foto feita com o Nokia Lumia 1020. Clique para ampliar (cuidado, são 8,7 MB!)

Também há um modo para fotos panorâmicas, que produz imagens em alta resolução, ao contrário da maioria dos aparelhos do mercado. A foto abaixo, por exemplo, tem 6412 x 1614 pixels. Fazer uma panorâmica é fácil, basta bater a primeira foto e mover o smartphone seguindo as indicações na tela. Mas mesmo com uma mão firme podem haver problemas com a “costura” da imagem em objetos distantes no horizonte (veja o mar próximo ao centro da imagem, à esquerda do Pão de Açúcar).

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Foto panorâmica feita com o Lumia 1020. Clique para ampliar (2,8 MB)

O Lumia 1020 também tem todos os recursos do aplicativo Smart Camera encontrado em aparelhos como o 920 e o 820. Entre eles a capacidade de capturar e manipular uma sequência de imagens, produzindo uma animação, removendo objetos ou pessoas que passaram no fundo ou combinando múltiplos quadros em uma imagem, gerando um “rastro” de movimento.

Na hora de gravar vídeo as opções são mais modestas: é possível gravar em Full HD (1920 x 1080 pixels) ou HD (1280 x 720 pixels) a 30, 25 ou 24 quadros por segundo. Não há nenhum dos recursos de gravação em câmera lenta ou vídeo em HDR, que estão se tornando comuns em outros aparelhos.

Desempenho e Autonomia de Bateria

Como tem o mesmo processador, o desempenho do Lumia 1020 é idêntico ao do 820 ou 920. Não tivemos problemas no dia-a-dia, seja ao reproduzir vídeos em alta-definição, navegar na web ou jogar games mais sofisticados como Asphalt 7 e Modern Combat 4. O sistema operacional Windows Phone 8 é bastante otimizado para o hardware e roda com excelente fluidez, sem engasgos em animações ou pausas ao alternar entre aplicativos.

O único momento onde desejei um pouco mais de desempenho foi justamente na hora de fazer fotos em alta resolução usando o app Nokia Camera. O aparelho leva cerca de três segundos para salvar uma imagem antes de ficar pronto para outra.

Quanto testei o Lumia 820, fiquei extremamente desapontado com a autonomia de bateria. Fico feliz em dizer que o Lumia 1020, apesar da tela maior, melhorou muito o resultado, mas ainda assim não é o bastante: terminei um dia de uso típico, cerca de 13 horas fora da tomada, com 5% de carga restante. Um Sony Xperia ZQ chega à mesma marca com 15% de carga restante, um Samsung Galaxy S4 com 19%, e um Motorola Moto X com 20%. Já em nosso teste de reprodução de vídeo, feito com o brilho da tela no nível médio e o aparelho em modo avião, o Lumia 1020 chegou à merca de 10 horas.

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A autonomia de bateria do Lumia 1020 deixou a desejar em relação aos concorrentes

A autonomia será muito menor se você fizer uso intenso da câmera, e quem se empolgar com os cliques pode facilmente consumir metade da carga em cerca de duas horas. Mas a Nokia dá uma forcinha para os fotógrafos mais ávidos: um acessório chamado Camera Grip se encaixa ao aparelho e dá a ele a “pegada” de uma câmera tradicional, com encaixe para um tripé e uma bateria extra de 1020 mAh (metade da capacidade da bateria interna) embutida na empunhadura.

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Camera Grip melhora a ergonomia e traz bateria extra

Não se assuste se a tela esquentar consideravelmente após uma longa sessão de fotos, isso é normal. A temperatura nunca chega a um ponto perigoso, mas é o suficiente para assustar um usuário desavisado.

Veredito

Quem gosta de fotografar tem no Lumia 1020 um prato cheio: de forma alguma ele irá substituir uma DSLR, e nem deve ser visto como tal, mas você não irá se arrepender se deixar sua câmera compacta em casa. E pode até se pegar observando seus arredores com outros olhos em busca de boas fotos.

Como smartphone ele é bastante capaz, mas não se destaca muito em relação aos outros Windows Phone: a plataforma é bastante homogênea, e a diferença na experiência de uso entre ele e um aparelho mais barato como o Lumia 820 é mínima. Ainda assim, é mais do que suficiente para satisfazer o usuário típico em todas as suas necessidades do dia-a-dia.

Via: idgnow

10 aplicativos que irão expandir os recursos do seu Android

O Android é um excelente sistema operacional e conta com uma vantagem sobre os concorrentes: os recursos que o sistema não tem nativamente, podem ser acrescentados por meio de aplicativos, graças à sua abertura.
A seguir estão alguns dos apps que expandem as funcionalidades do seu Android. Algumas das tarefas realizadas por eles são nativas em alguns aparelhos, mas muitos não as possuem. A lista foi baseada em um artigo do The Next Web sobre o assunto e selecionamos os mais interessantes. Confira:

AirDroid
Um dos melhores aplicativos de controle remoto do aparelho. É possível trocar arquivos por meio da rede Wi-Fi, realizar vários comandos como enviar SMS e tirar fotos controlando o aparelho pelo seu desktop, além de ouvir as músicas do celular no PC. Bastante interessante.

Dashclock Widget
A tela de bloqueio do Android é bastante personalizável, mas o aplicativo DashClock Widget consegue ser bastante eficiente para tornar o trabalho mais simples. Ele reune as principais notificações já na tela do celular e ainda possui vários atalhos interessantes, como ligar a lanterna do celular. Ele possui centenas de extensões que acrescentam funcionalidades ao widget. Vale a pena conferi-las.

File Manager
Uma das grandes vantagens do Android em relação ao iOS é que ele tem um sistema de pastas visível, mas esta vantagem não é facilmente acessível pelo celular, apenas quando ele é conectado ao desktop. O File Manager ajuda a organizar melhor suas pastas diretamente pelo seu smartphone.

Gravity Screen
E se você nunca mais precisasse pressionar o botão de ligar do seu aparelho para desbloquear (ou bloquear) a tela? Este app faz isso, utilizando os sensores que seu celular já possui, permitindo que a tela automaticamente se desligue ao posicionar seu aparelho sobre a mesa ou no bolso, e detecte sozinho quando você o tira, ou passa a mão sobre a tela para ativar para ligá-la novamente. Alguns celulares como o Moto X já possuem este recurso nativo, outros não.

Startup Manager
Quando você usa o celular há bastante tempo e, como nós aqui do Olhar Digital, instala vários aplicativos em seu dispositivo, as chances são grandes de que vários deles tenham se infiltrado na rotina de inicialização do seu celular. O Startup Manager possibilita que você evite que determinados aplicativos se iniciem sozinhos, mesmo que você tenha dado a permissão na hora de instalar.

Swift Key
Se você ainda digita letra por letra no teclado do seu Android, saiba que há alternativas melhores. O SwiftKey é uma delas, mas infelizmente é pago. Trata-se de uma das melhores soluções para teclado de Android, com capacidade de aprendizado dos padrões de digitação do usuário e recursos de digitação com o deslize do dedo na tela, como o Swype.

SpeakerPhoneEx
Chega de ficar procurando a área correta da tela que você deve pressionar para atender uma chamada no seu celular. O SpeakerPhone Ex reconhece o momento em que você aproxima o smartphone do seu rosto para atender a uma ligação e responde sozinho. A versão gratuita, no entanto, é bem limitada; a paga permite a configuração de recursos para auto desligar a chamada quando você realiza determinados movimentos com o aparelho. Alguns Androids já possuem esta funcionalidade nativa, mas não são todos.

Adaptive Rotation Lock
Trava de rotação de tela adaptável; você decide quando a tela deve girar. Ideal para aquele momento em que você está deitado, tentando ler, e a tela não para de girar à sua frente.

AutomateIt
Quer que seu smartphone fique mais smart? O AutomateIt é uma boa alternativa. Nele, você pode configurar uma série de ações que serão realizadas quando determinados gatilhos forem ativados. Por exemplo, você pode configurar o celular para desligar o Wi-Fi ao sair de casa para economizar bateria. As possibilidades são quase infinitas e usuários podem sugerir novas “regras” para o app seguir no site oficial.

Smart Statusbar
Uma função tão simples que é difícil saber o motivo de o Google não tê-la tornada nativa desde o início do Android. O principal recurso do aplicativo é possibilitar o acesso à barra de notificações mesmo quando você está jogando ou assistindo a algum vídeo em tela cheia, algo que o sistema operacional naturalmente não oferece.

Samsung aumenta domínio em smartphones enquanto Apple perde espaço

A Samsung continua a dominar o mercado de smartphones no terceiro trimestre, que também viu envios acima dos 250 milhões de unidades pela primeira vez, de acordo com a empresa de pesquisas Strategy Analytics.
A fabricante sul-coreana enviou mais de duas vezes o número de smartphones vendidos pela rival Apple, que ficou em segundo lugar no ranking no período. A Samsung enviou mais de 88 milhões de smartphones no trimestre, aumento de 55% em relação ao mesmo período de 2012, conseguindo assim uma participação recorde de 35% do mercado, segundo a Strategy Analyctics.
Por outro lado, a fatia da Apple no mercado caiu de 15,6% para 13,4% no último trimestre. A fabricante do iPhone anunciou nesta segunda-feira, 28/10, que vendeu 33,8 milhões de iPhones no mundo no trimestre encerrado em setembro, número maior do que os 26,9 milhões registrados no mesmo período do ano passado. Esses dados já incluem cerca de 9 milhões de iPhones 5S e 5C vendidos em três dias no final de setembro.
A empresa de Cupertino informou uma queda no lucro, de 8,2 bilhões de dólares para 7,5 bilhões de dólares, mesmo com a receita maior no trimestre, que chegou a 37,5 bilhões de dólares.
A participação menor da Apple no mercado de smartphoens acontece enquanto a companhia tenta aumentar os modelos de iPhone disponíveis no mercado. É esperado que essa estratégia dê mais frutos no quarto trimestre deste ano. A Strategy Analytics prevê que a empresa vai recuperar sua fatia de mercado no próximo trimestre em razão da alta demanda pelo novo iPhone 5S.
Outra empresa que teve destaque no trimestre foi a chinesa Huawei, que viu sua participação no mercado global subir de 4,4% para 5%, tornando-se assim a terceira maior fabricante do segmento.  Os envios de aparelhos da companhia cresceram 67% na comparação com 2012, chegando a 12,7 milhões de unidades no último trimestre – vale notar que o maior crescimento da empresa foi na própria China.
Enquanto isso, a LG enviou 12 milhões de smartphones no trimestre, ficando com quase 5% do mercado, à frente da Lenovo, que alcançou 4,3% de participação com o envio de 10,8 milhões de aparelhos.
De acordo com a Strategy Analytics, os envios de smartphones no mundo cresceram 45% na comparação com o mesmo período do ano passado, chegando a 251,4 milhões de aparelhos no último trimestre. Dessa forma, os smartphones responderam por 6 em cada 10 celulares vendidos no mundo, aponta a empresa de pesquisas.
A consultoria IDC divulgou números parecidos nesta terça-feira, 29/10, afirmando que foram enviados 258,4 milhões de smartphones no último trimestre. A empresa de pesquisas também coloca a Samsung em primeiro, seguida pela Apple.

Via: IDGNow

MotoX passa iPhone 5s/5c na lista dos Top 10 videos virais da semana

O filme “Lazy Phone” produzido pela Motorola para destacar o controle de voz do Moto X, foi o video comercial mais visto esta semana segundo a pesquisa realizada pela AdAge e Visible Measures. A lista dos Top 10 virais da semana mostra a força da tecnologia digital: dos 10 videos, 5 são de tecnologia, incluindo Motorola, Apple, Intel & Toshiba, Google e Sony.
A semana de lançamentos pode ter sido ocupada pela Apple, mas o comercial “Lazy Phone”, do Moto X, ganhou a preferência, totalizando 19,8 milhões de views e passou o filme da Apple, que ficou em segundo lugar com 12,5 milhões de views. A Motorola, espertamente, liberou seu video um dia antes dos lançamentos da Apple.
O video do Moto X tem o ator comediante T.J. Miller fazendo o papel de um smartphone touch preguiçoso que estraga a noite do dono com a namorada. A atuação de Miller é muito boa, especialmente quando avisa da chegada de um SMS. E os controles de voz do Moto X ficam em evidência.
O comercial da Apple explora a nova iSight câmera do iPhone 5s e chama a atenção para um recurso cada vez mais procurado pelos usuários. Os outros vídeos incluem o quinto episódio da série de ficção “The Power Inside”, o social movie da Pereira & O’Dell para a Intel e Toshiba (confira toda a série no site www.insidefilms.com/en/); um comercial da Google para o Chrome; e um novo comercial do Xperia Z1, da Sony.
Assista abaixo todos eles:

 The Lazy Phone – Motorola

iPhone 5s/5c iSight Camera

The Power Inside – Episódio 5 (legendas em alemão)

Chrome: For…

Xperia Z1

Via: IDGNow

90% dos brasileiros se preocupam com privacidade em aparelhos móveis

Nove em cada 10 brasileiros está mais preocupado em proteger a sua privacidade online – mais do que há cinco anos. Esta é uma das descobertas da pesquisa Global Omnibus, realizada mundialmente pela Symantec, incluindo mil brasileiros ouvidos entre junho e julho de 2013. 

A pesquisa apontou também que 82% dos brasileiros entrevistados realiza downloads de aplicativos apenas por meio de fontes confiáveis. Nos Estados Unidos, este número cai para 50%. Além disso, 75% dos respondentes brasileiros afirmaram que sempre leem as permissões antes de baixar qualquer aplicativo.

Por outro lado, apesar da preocupação que usuários demonstram em deixar suas informações protegidas, eles continuam expondo dados e equipamentos móveis a situações de risco.

Dos entrevistados, 70% compartilhariam o seu endereço de e-mail; 61%, o seu nome; 52%, a data de aniversário; 35%, o número de telefone; e 25%, a localização física a partir dos dispositivos móveis. Nos Estados Unidos, estes números são menores: 58% e 49%, respectivamente.

Cerca de 7 em cada 10 brasileiros (69%) desinstalariam um aplicativo móvel se ele estivesse coletando ou compartilhando suas informações pessoais e 52% disse que pararia de utilizá-lo. Ainda assim, um número significativo de entrevistados (18%) disse desconhecer que aplicativos possam coletar e exportar dados pessoais e 13% não sabe que apps podem colocar propagandas na barra de notificações do dispositivo.
Via: IDGNow

Não pode mais: Vivo está proibida de oferecer o “4G Plus”

Repare bem no vídeo acima, um anúncio veiculado no YouTube. Pode ser uma das últimas vezes que você verá o uso de “4G Plus” associado a um produto da Telefônica/Vivo. A operadora está proibida de utilizar essa nomenclatura a partir de hoje devido a uma decisão do Conar, o Conselho Nacional de Autorregulamentação. No entendimento do conselho, o uso de “4G Plus” causa confusão na mente do consumidor. A Vivo já disse que vai recorrer.
A decisão do Conar foi tomada após uma denúncia da TIM, a segunda maior operadora do país em número de clientes (atrás justamente da Vivo, segundo números recentes). No processo, a operadora de origem italiana diz o seguinte: o “Plus” dá a ideia de que a Vivo oferece uma tecnologia superior ao 4G atualmente disponível aos meros mortais, o que obviamente não é uma verdade. A gente sabe que a tecnologia de 4G é a mesma para todas as operadoras.
Por sua vez, a Telefônica/Vivo se defendeu dizendo que o “Plus” se refere à qualidade do serviço e cobertura da rede que oferece em todo o Brasil. A operadora espanhola também trouxe à baila os comerciais da Claro sobre o “4G Max”. Se uma pode ter o “Max”, por que a outra não pode ter o “Plus”? Essa é a dúvida levantada pela defesa da Vivo. A Claro costuma se justificar dizendo que “Max” é porque a rede é mais parruda do que a da Oi e da TIM, que compraram espectros mais fracos do que aqueles de propriedade da Claro e Vivo. Mas vale lembrar que todas elas prometem velocidades muito similares.
O relator do caso disse que “não parece ser correto a utilização do Plus”. Para José Grancisco Queiróz, o “Plus” está associado ao termo “4G” nas peças publicitárias, e não à marca “Vivo”, ideia que a operadora tentava vender ao Conar. Não deu muito certo. O curioso dessa decisão é que a Vivo oferece há muitos anos o “3G Plus”. Fizeram apenas uma adaptação para a nova rede de dados. O Conar decidiu implicar justamente neste detalhe.
A Vivo nos enviou uma nota dizendo que a decisão não é definitiva e que vai recorrer.
Evidentemente que se trata de uma sanção no âmbito publicitário da coisa. A Vivo continua livre para comercializar o serviço de 4G, desde que não seja o “4G Plus” com o qual o Conar encrencou.
Mensagem publicada no Facebook há aprox. 4 horas
Mensagem publicada no Facebook há aprox. 4 horas


Esses publicitários que não perdem tempo já estão brincando com a história. Enquanto a Vivo não pode dizer que tem o “4G Plus”, no Facebook ela afirma que a conexão “tem o Plus da Vivo”. Então tá.

Conar WTF?

O Conar, conforme eu escrevo mais acima, é o conselho nacional que autorregulamenta o mercado de publicidade. É nele que são discutidos diversos assuntos relacionados à veículação de peças publicitárias nos mais diversos meios. Tanto pessoas comuns como as empresas concorrentes podem apresentar reclamação sobre um determinado anúncio ou campanha.
Não se trata de um órgão do governo. O Conar não legisla nem executa leis. Entretanto, é absolutamente respeitado e suas decisões costumam ser acatadas, ainda que a contragosto. Mais ou menos como um clube do bolinha dos publicitários, uma fraternidade para que eles se resolvam entre si, amparados no estatuto da entidade.

Via: Tecnoblog