TIM contrata Cisco e Celcite para melhorar tráfego de dados

 

A TIM firmou parcerias com a Cisco e a Celcite, que preveem o uso de soluções com capacidade para aumentar ainda mais a qualidade da sua rede, principalmente o tráfego de dados. Inicialmente, o projeto será implantado em 12 cidades de diversas regiões do Brasil e a previsão é de que seja estendido para todo o país em até um ano.

A solução SON – Self Organizing Networks, composta por módulos como  Automatic Neighbor Relationship (ANR), Mobility Load Balance (MLB) e Self Healing realiza de forma dinâmica e automática testes, verificam erros e/ou falhas na rede, poupando tempo na resolução dos problemas quando eles são detectados. As primeiras cidades a serem beneficiadas serão Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Manaus, Cuiabá, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza, Curitiba, Porto Alegre e Natal.

“A TIM investe cada vez mais na sua rede para garantir uma boa experiência de navegação ao usuário. As soluções da Cisco e da Celcite visam otimizar esforços e melhorar no curto prazo a percepção de qualidade da rede pelos nossos clientes”, diz Daniel Hermetto, Diretor de Suprimentos e Logística da TIM Brasil.

O módulo Automatic Neighbor Relationship (ANR) é utilizado para otimizar ligações entre torres e/ou células vizinhas. Já o Mobility Load Balance (MLB) tem por função melhorar a distribuição do tráfego entre diversas células. O Self Healing é utilizado para minimizar os efeitos de uma eventual indisponibilidade de transmissão. Os valores dos contratos com os fornecedores não foram revelados.

 

Via: Convergenciadigital

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Vivo paga até R$ 700 por smartphone usado na compra de um novo

A Vivo lança nesta quinta-feira o programa “Renova”, que dá desconto de até R$ 700 na troca de um smartphone usado por um novo nas lojas próprias da operadora. O valor depende do modelo e estado de conservação do aparelho e deve ser aplicado na hora da compra.

Segundo a operadora, para utilizar o serviço é preciso ter em mãos a nota fiscal original do produto em nome do cliente. Usuários de outras operadoras também podem trazer modelos antigos e aproveitar o desconto.

A maioria dos celulares contemplados é da Samsung (Galaxy S, Galaxy S Advance, Galaxy SII, Galaxy SIII, Galaxy SIII mini, Galaxy S Duos, Galaxy Grand Duos, Galaxy Note), seguida pela Apple (iPhone4, iPhone 4S e iPhone5), Nokia (E5-00 e N8-00), Sony (Xperia U) e Motorola (XT910).

As primeiras lojas a oferecer o desconto são da Grande São Paulo e do Rio de Janeiro.  Posteriormente, o programa deverá ser estendido a todas as 310 lojas próprias da empresa no Brasil.

O Vivo Renova funciona em parceria com a empresa norte-americana Brightstar, que já utiliza o modelo de negócio “buyback” em mais de vinte países. Os aparelhos entregues serão recuperados pela Brightstar em suas unidades em vários países e, em seguida, comercializados.

 

Via: olhardigital

Telecom Italia nega venda da TIM Brasil

TIm Sem Fronteiras
A Telecom Italia descartou nesta quinta-feira (7) a forte especulação sobre uma possível venda da operadora brasileira TIM. As informações são do TeleTime.
O CEO e chairman da empresa italiana, Marco Patuano, disse em uma conferência para analistas que a operadora é um ativo fundamental para a companhia e que, por esse motivo, seria necessário um preço que corresponda ao valor de mercado da instituição. Ele foi taxativo ao afirmar que não há planos da holding de vender a TIM Brasil, pelo menos por enquanto.
“Ouvi muitas vezes que no Brasil poderíamos ter nossos negócios divididos entre outras operadoras. Honestamente, o Brasil é uma de nossas operações centrais, e vamos anunciar investimentos enormes no país”, disse. Até 2016, R$ 11 bilhões serão injetados na companhia brasileira. Perguntado se havia ao menos alguma possibilidade de vender a TIM, o executivo declarou “nunca diga nunca”, mas que o preço oferecido nas negociações teria de convencê-lo a mudar completamente a estratégia da empresa.
Além da possível venda da TIM Brasil, rumores apontam que a operadora deve firmar parceria com outras entidades, como a GVT. Apesar da ideia ter sido ignorada pelo acionista minoritário e investidor da holding Findim, Marco Fossati, o CEO da Telecom Italia disse que pretende reforçar a união da operadora com a Sky. A parceria pode gerar ofertas conjuntas de serviços de ambas as companhias e aumentar as campanhas do Internet Live TIM, que não “decolaram” quando eram feitas com a operadora de DTH.
Investimentos
O plano industrial da Telecom Italia é de investir R$ 11 bilhões entre 2014 e 2016 na TIM Brasil. Os valores serão usados com um forte foco em infraestrutura com FTTS, que deve estar presente em 38 cidades neste ano e em “mais de cem” até 2016. Também vão receber melhorias pequenas operações, inclusive as ofertas corporativas do TIM Fiber. A estimativa é de que a rede de fibra da operadora expanda seus atuais 46 mil Km para 65 mil Km até o final de 2016.
A estratégia vai possibilitar o crescimento da empresa no segmento móvel, impulsionado pela venda de smartphones sem subsídios e pela substituição da telefonia fixa para móvel em voz. “Acreditamos que podemos repetir com dados o que fizemos com voz. Há muito ainda a crescer porque a base de usuários (de dados) é pequena”, afirmou o presidente da TIM Brasil, Rodrigo Abreu, que também participou da conferência para analistas.
Além das linhas de telefone, a ideia é que haja uma migração do fixo para o móvel também na banda larga. Segundo previsão da empresa, a medida vai permitir um aumento esperado de receita nos próximos três anos.

Operadora brasileira TIM pode ser vendida em 2014

Tim
De acordo com a agência de notícias Reuters, diversas fontes ligadas à indústria garantem que a espanhola Telefónica busca uma solução rápida para a Telecom Italia. O objetivo é vender a operadora brasileira TIM ainda em 2014. A companhia é a segunda maior operadora móvel do Brasil, atrás apenas da Vivo, que pertence à Telefonica.
As duas empresas devem se reunir nesta quinta-feira (6) para analisar corte de custos, redução de dívida e estratégias de crescimento. No entanto, uma decisão sobre a venda da TIM não será tomada durante o encontro. As fontes disseram que a Telefónica deve ganhar tempo investindo mais dinheiro (cerca de 2 bilhões de euros) no processo de reestruturação da Telecom Italia, para só então preparar a venda da TIM no Brasil. 
No entanto, a medida seria arriscada, já que a própria empresa espanhola luta  para reduzir sua dívida. Outras opções consideradas são vender torres de telefonia móvel da Telecom Italia no seu mercado doméstico, reduzir a operação da companhia na Argentina e cortar dividendos. Nada foi decidido sobre essas prováveis soluções.
A Telefónica e a Telecom Italia não comentaram o assunto.
Venda da TIM
A Telecom Italia emitiu um comunicado no mês passado negando qualquer processo para a venda de sua participação na operadora TIM, que hoje é de 67%. Na época, surgiram os primeiros rumores de que a companhia já considerava vender sua parte na TIM Brasil para reduzir sua dívida bilionária.
Contudo, tal negociação não deve ser aprovada pelo governo brasileiro, já que a venda para uma única empresa – a Telefónica – elevaria a concentração do mercado de telefonia. Neste caso, a TIM pode ter que ser repartida entre todas as operadoras móveis que já atuam no país. As fontes disseram que as autoridades antitruste brasileiras estão aos poucos sendo conquistadas com a ideia de dividir a TIM entre duas ou três operadoras, mas que a aprovação do negócio deve demorar a acontecer.
“A última etapa é dividir a TIM Participações e vendê-la em pedaços, mas isso não vai acontecer pelo menos até o segundo semestre do próximo ano. Assim, eles precisam ganhar tempo”, disse uma das fontes, sob condição de anonimato. Outros informantes alegam que Claro e Oi, dois potenciais compradores dos ativos da TIM, vão precisar de seis a nove meses para fazer uma oferta.
Fontes em Madri, Milão e Londres dizem que autoridades italianas temem que a Telefónica saia da Telecom Italia uma vez concluída a venda da TIM Participações. Para manter o governo da Itália ao seu lado, a Telefónica está criando formas de mostrar comprometimento, participar de um aumento de capital e apoiar maiores investimentos em redes de telefonia fixa.

Conheça aplicativos que adicionam 9° dígito a celulares do RJ e ES

Depois de São Paulo, é a vez dos do  (DDDs 21, 22 e 24) e Espírito Santo (DDDs 27 e 28) passarem a adotar o uso do nono dígito. A mudança acontece neste domingo, 27/10.celularesRio de Janeiro
De acordo com a Anatel, até o dia 5 de novembro as ligações sem o nono dígito para números de RJ e ES ainda serão completadas. Depois disso, essas ligações serão interceptadas e os usuários receberão mensagens com explicações sobre a de discagem com nove dígitos.
 nova forma
A expectativa é que até o fim de 2016 todos os celulares do Brasil tenham esse número a mais.
Confira abaixo a lista a de aplicativos para adicionar o nono dígito de no seu iPhone ou smartphone Android. Lembre-se sempre de verificar a avaliação do aplicativo na App Store, assim como os comentários dos usuários antes de baixar o software. Especialmente aqueles que são pagos. Como saíram muitos apps em 2012 e 2013, vale ficar de olho na data da última atualização do app. A nossa lista traz apenas aplicativos atualizados nas últimas semanas.forma automática

Embratel 9° Dígito (gratuito)

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9Digito (cerca de R$ 2,00)

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Oi 9º Dígito (gratuito)para iOS e para Android.


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Via: IDGNow























Entenda o que pode mudar com uma possível venda da TIM

tim
No começo da semana, o grupo Telefónica fechou um acordo para aumentar sua fatia na Telco, holding que controla a Telecom Italia, no que poderia garantir à empresa ser a maior acionista da Telecom Italia.
A Telefónica é uma empresa espanhola, enquanto a Telecom Italia é obviamente de capital italiano. Ainda assim, o país mais afetado pela negociação seria definitivamente o Brasil. Isso porque a Telefónica controla as operações da Vivo, enquanto a Telecom Italia controla a TIM Brasil.
Como já explicamos aqui, o acordo deve passar por uma complexa análise antitruste no Brasil antes de ser aprovado. As regras do setor de telecomunicações no nosso país não permitem a um grupo ter o controle de duas empresas que atuam na mesma região.

Qual a solução?

A Telefónica tem algumas opções para solucionar esse problema, se realmente finalizar o acordo com a Telecom Italia.
Telefonica
A primeira e óbvia seria unificar as bases de clientes das duas empresas em um único espectro (em outras palavras, se tornariam uma operadora só). O problema dessa solução é que isso poderia representar uma grande queda na qualidade do serviço, já que a base de clientes que hoje usa faixas de duas operadoras seria “afunilada” na frequência de apenas uma. Sendo assim, seria muito difícil que o governo federal aprovasse a negociação nesses termos.
Outra possível solução seria a venda da TIM Brasil para outra empresa. Ela poderia ser desmembrada e vendida em partes para Claro, Oi e até a própria Vivo. A venda da TIM Brasil seria benéfica para as três operadoras, o que poderia elevar a rentabilidade de seus serviços e trazer melhorias na qualidade e infraestrutura.

GVT e Vodafone entram na história

Existe uma terceira saída, que pode causar uma mudança bem mais radical no mercado de Telecom no Brasil: a compra da TIM e da GVT, juntas, para alguma nova operadora começar a atuar no país.
Os rumores de que a GVT estaria a venda já circulam há cerca de um ano. Contudo, o grupo francês Vivendi, que comprou em 2009 a até então nacional GVT, não conseguiu uma oferta próxima dos € 7 bilhões que gostariam para fechar negócio.
A GVT possui serviços de TV, internet e telefone fixo no Brasil, mas não atua como operadora móvel – um mercado bastante fechado e difícil de entrar para competir com as quatro grandes. Mas unificando os serviços de TIM e GVT, bem como sua base de clientes, uma nova operadora poderia começar suas operações no Brasil já como uma gigante. E a maior candidata é a britânica Vodafone.
Vodafone
A Vodafone já teve outras oportunidades de investir em grandes operações no Brasil. Os britânicos foram sondados pela Anatel em leilões de faixas de frequência, mas a empresa nunca se interessou no passado. Contudo, recentemente, a Vodafone fechou uma das maiores negociações da história, com a venda da sua participação da Verizon Wireless para a operadora americana Verizon, pelo valor de impressionantes US$ 130 bilhões.
Com dinheiro sobrando caixa, os rumores são de que a empresa pode oferecer cerca de US$ 20 bilhões por TIM e GVT – 10 bilhões por cada uma. Essa ideia certamente agrada ao governo federal, que há tempos gostaria de ver uma nova concorrente no mercado de telecom brasileiro, com a esperança de que a qualidade dos serviços melhorasse.
Seja qual for o caminho tomado, a verdade é que muito provavelmente o setor de telecomunicações no Brasil está prestes a sofrer grandes mudanças. Resta saber quais serão.


Anatel finalizará investigação sobre operadoras e espionagem em um mês

Brasília – A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) deve concluir em cerca de um mês a fiscalização sobre a possível participação de empresas que fornecem banda larga no país no vazamento de informações telefônicas e de internet de cidadãos brasileiros, noticiada recentemente. Segundo o conselheiro da agência Jarbas Valente, a análise feita até agora não identificou nenhum indício de que as empresas tenham tido participação no fornecimento de informações para o monitoramento feito pela Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos.


“Vamos avaliar se houve a participação das empresas brasileiras, que tipo de contrato de interconexão havia, se esse contrato de alguma forma permitia”, disse hoje (20). Segundo ele, a Anatel recebeu as informações necessárias para a fiscalização de 12 empresas, mas a agência deverá pedir informações de outras operadoras para finalizar a investigação.

Se constatar participação das empresas no fornecimento de informações dos clientes, a Anatel poderá tomar medidas administrativas, que vão desde multas à suspensão dos serviços. “Vamos nos debruçar em cima dessas informações para verificar a necessidade de ir além de uma averiguação e instaurar um procedimento administrativo contra alguma dessas operadoras”, explicou.

Entre os temas abordados pela Anatel nas investigações às operadoras estão as políticas de controle de acesso a informações, a proteção contra códigos maliciosos e vírus, backups, a ocorrência de incidentes de segurança nos últimos anos e contratos de roaming internacional.

O conselheiro chamou a atenção que, ao aderir ao sistema de telefonia e internet móvel, o cidadão está automaticamente autorizando a empresa a ter acesso aos dados de voz e e-mail. “A pergunta que eu deixo é se não seria o caso de termos uma legislação muito clara que iniba o cidadão a permitir isso sem saber o que está acontecendo”.

Valente participou hoje de uma audiência pública das comissões de Ciência e Tecnologia, de Defesa do Consumidor, de Fiscalização Financeira e Controle, de Legislação Participativa e de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados.

O diretor executivo do Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil), Eduardo Levy, que também participou da audiência, voltou a reiterar que nenhuma empresa do setor fornece ou facilita informações que possam quebrar o sigilo dos usuários, a não ser por ordem judicial.

“As teles agem estritamente de acordo com a lei, não mantêm nenhum tipo de parceria com órgãos estrangeiros para escutas telefônicas ou acesso a dados privados dos clientes. Qualquer outra coisa diferente disso, na nossa maneira de ver, é crime”, disse.

Levy criticou duramente a facilidade com que os grandes provedores de internet acessam o conteúdo de e-mails e redes sociais e usam comercialmente. “Faz parte do negócio a leitura do conteúdo”, disse.
Via: IG