Cansado de ser alvo de chacotas na internet, Shakespeare vai à justiça

Shakespeare
Redes sociais e suas políticas de privacidade são sempre alvos de longos e acalorados debates, que buscam delinear quem é responsável pela privacidade dos usuários. Será que os sites são os únicos responsáveis por garantir o direito à privacidade das pessoas, ou elas também são responsáveis não só por sua própria intimidade, mas também pela de outrem? No Chile, um caso envolvendo um jovem de nome curioso reacendeu esse debate.
Estamos falando de Shakespeare Mozart Armstrong Correa Pérez que, por causa de seu nome, foi exposto em redes sociais por uma pessoa que sequer o conhece, mas que se achou no direito de brincar com ele.
Tudo começou quando o jovem de apenas 19 anos foi cumprir seu dever cívico e votar nas eleições presidenciais chilenas, que ocorreram no último dia 17 de novembro. Ao chegar à seção de votação, o jovem teria entregue sua carteira de identidade ao mesário, que, por achar o nome curioso, tirou uma foto do documento e a publicou no Facebook.
Shakespeare vai à justiça
Foto da identidade de Shakespeare tirada por Jadue Palma. De acordo com Palma, a imagem ficou apenas cinco minutos em seu perfil no Facebook – tempo suficiente para viralizar e se espalhar por outras redes sociais.
Segundo Henry Elías Jadue Palma, o mesário, a foto ficou em seu perfil por apenas cinco minutos. Tempo suficiente para viralizar, ser distribuída em outras redes sociais e expor Shakespeare ao mundo.
“Fiquei sabendo dois dias depois das eleições quando minha irmã disse que uma foto minha estava circulando na internet. Foi uma brincadeira terrível. Nunca sofri assim nem quando estava no colégio”, disse Shakespeare ao portal chileno Soy Quillota. “Nunca fizeram bullying no colégio comigo e, agora adulto, chegam e fazem isso, uma estupidez”, completou.
Jadue Palma, por sua vez, expressou seu arrependimento ao jornal Observador e disse ter ido à casa da família de Correa Pérez para se desculpar. “Tenho a absoluta convicção de que cometi um erro que devo assumir e reforço meu arrependimento. Peço que Shakespeare e sua família aceitem minhas desculpas”, disse o jovem mesário de apenas 20 anos.
Apesar da tentativa de apaziguar os ânimos, Shakespeare comunicou sua decisão de ir à Justiça apresentar uma denúncia contra o Serviço Eleitoral (Servel), órgão responsável pelos mesários que trabalham nas eleições.
Com o ocorrido, é flagrante que, muito mais do que as redes sociais e suas políticas de privacidade, todos somos responsáveis por nossa própria privacidade e a privacidade alheia. A coisa vai muito além de um conjunto de regras e políticas, que por si só não é capaze de zelar pela integridade de ninguém, e passa, principalmente, por questões que tocam educação, consciência e bom senso.

 

Via: Canaltech

NSA esteve espionando hábitos pornôs de radicais islâmicos

Pornografia no computador
Segundo documentos vazados por Edward Snowden, a Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos (NSA) esteve monitorando as práticas pornográficas realizadas na internet por seis radicais islâmicos. As informações são da INFO Exame.
O objetivo desta ação era atingir a reputação e autoridade deles. Com isso, a agência conseguiu determinar suas vulnerabilidades e mostrar que seus comportamentos públicos não eram consistentes.
Foi descoberto que os radicais usavam doações para cobrir despesas pessoais e pediam valores altos para realizar discursos. Além disso, o documento informa que eles visualizavam “material online de sexo explícito ou uso de linguagem explícita persuasiva quando se comunicando com jovens garotas”.
Ele ainda sugere que, caso essas informações chegassem ao grande público, levantariam dúvidas quanto a devoção dos radicais à causa islâmica, fazendo com que sua autoridade fosse reduzida ou perdida completamente.
Porém, os seis radicais não foram acusados de estarem relacionados a práticas de terrorismo. Mas o que primeiramente havia levado a NSA a suspeitar deles foi o constante uso de redes sociais e sites, como o Facebook e YouTube, para divulgar ideais contrários aos Estados Unidos.

Via: Canaltech

Valor da Bitcoin passa de R$ 2 mil no Brasil

Duas semanas após bater os R$ 1 mil, o valor da Bitcoin deixou mais uma marca, aqui no Brasil, ao ultrapassar os R$ 2 mil. Às 9h46 desta terça-feira, 26, a moeda virtual era precificada em R$ 2.064,95, de acordo com o Mercado Bitcoin.

Enquanto isso, o Mt.Gox, maior câmbio virtual do mundo, avalia a Bitcoin em US$ 868,49 – valor próximo do recorde de US$ 900 visto na semana passada.

O número mais alto foi atingido na época graças ao reconhecimento da Bitcoin pelas autoridades norte-americanas. Reguladores disseram ver benefícios em moedas digitais e estão progredindo na luta contra os riscos de se usar dinheiro virtual em transações financeiras (saiba mais).

 

Via: olhardigital

Bullying: Adolescente se mata após ter fotos íntimas divulgadas na internet

 Uma adolescente de 16 anos se matou na tarde da última quinta-feira em Veranópolis, no Rio Grande do Sul, depois de descobrir que um ex-namorado espalhou na web fotos dela seminua. A informação é do Zero Hora, que não divulgou o nome da jovem à pedido da família, que quer preservar sua memória.

Segundo as informações, a jovem foi avisada por uma amiga que as fotos estavam circulando na internet. O rapaz teria conseguido as imagens a partir de uma conversa na webcam e as divulgou no Twitter e no Facebook. Horas depois de saber que suas fotos estavam na internet, a jovem foi encontrada enforcada em casa.

A família da jovem foi à delegacia nesta terça-feira (19) para entregar o computador e o celular da estudante.

Inquérito investiga caso:

O delegado Marcelo dos Santos Ferragem disse que um inquérito investiga o caso. Segundo ele, os responsáveis responderão pelo artigo 241 A do Estatuto da Criança e do Adolescente, que considera crime grave a divulgação de fotos, vídeos ou imagens de crianças ou adolescentes em situação pornográfica ou de sexo explicito.

O adolescente que registrou a cena é considerado o principal suspeito por divulgar as imagens – o nome dele aparece no printscreen feito da tela do computador durante uma conversa em que a estudante mostrou os seios pela webcam, cerca de 6 meses atrás. O delegado no entanto acredita que outras pessoas podem ser responsabilizadas.

“Além do autor, todos os que repassaram cometeram crime”, explica.  Ele irá ouvir amigos da jovem, o ex-namorado e pedir uma perícia no computador da adolescente.

O pai da adolescente, que estudava no 2º ano, pediu justiça. “A gente não quer que isso aconteça com mais ninguém. Queremos que sirva de alerta. Que os pais passem mais tempo com os filhos, que saibam o que eles estão fazendo no computador. As redes sociais têm um lado muito bom, mas descobrimos que também têm um lado muito ruim. Achamos que ela estava se divertindo, não percebemos nada de anormal no comportamento dela. Queremos justiça”, afirmou.

Outros casos
O caso no Rio Grande do Sul lembra o de Júlia Rebeca, adolescente do Piauí que se matou enforcada com o fio da chapinha depois que um vídeo em que fazia sexo foi compartilhado pelo aplicativo de bate-papo Whats App e acabou indo parar nas redes sociais.

“Ela não demonstrou nada. Todo adolescente tem o direito de ser adolescente. Eles são inconsequentes mesmo. Essa exposição toda, do vídeo, da imagem da minha filha, é uma violação”, disse a mãe da jovem na época.

Em São Paulo, uma estudante da Universidade de São Paulo (USP) denunciou o namorado por ter compartilhado imagens dela em sites pornográficos. Inconformado com o fim do namoro, o ex de Thamiris Natalie Mayumi Sato a ameaçou pelas redes sociais e chegou a ligar para ela mais de 100 vezes em um único dia, segundo desabafo da jovem no Facebook.

O rapaz teria também criador perfis falsos usando as fotos de Thamiris. A jovem prestou queixa contra ele na Polícia Civil.

Fonte: Zero Hora

Mozilla dobra arrecadação, e 90% das receitas vêm do Google


A Mozilla divulgou o balanço financeiro do ano de 2012, com algumas surpresas. A entidade, que não tem fins lucrativos, arrecadou US$ 311 milhões, quase o dobro do conquistado em 2011, quando o valor era de US$ 163 milhões.

Muito desse valor se deve ao Google. Exatamente. A empresa que desenvolve o concorrente Chrome é a principal responsável por encher os cofres da criadora do Firefox. Cerca de 90% do montante arrecadado pela Mozilla partiu da empresa de buscas.

Isso se deve ao acordo que as duas empresas mantém para utilização do motor de buscas do Google. O contrato foi renovado no fim de 2011, com duração até 2014 e, ao contrário da lógica de mercado, aparentemente o Google está pagando mais pelo uso de seu sistema no Firefox.

Existem dois possíveis motivos, apontados pela PCPro, para o aumento no repasse. O primeiro é que o Firefox tem direcionado mais buscas para o Google. Basta lembrar que a página inicial do navegador agora é uma grande barra de buscas do concorrente.

Outra alternativa é que o Google não quer abrir espaço para que outro concorrente tome este espaço, principalmente o Bing. Para isso, a empresa estaria disposta a abrir mais os cofres para não perder o espaço nobre no segundo navegador mais popular do mercado.

A Mozilla, no entanto, não confirma os motivos pelo qual o repasse do Google aumentou devido ao contrato de sigilo mantido entre as duas empresas.  

 

Via: Olhardigital

Microsoft cria quartel general futurístico para combater crimes virtuais

A Microsoft inaugurou um novo centro de tecnologia destinado a combater crimes virtuais. Contando com especialistas técnicos e jurídicos, o local conta com design futurista para identificar ataques, denunciar novos malwares e inibir o avanço da pedofilia na Internet.

Microsoft cria centro futurístico para combater botnets e malwares pelo mundo (Foto: Reprodução/The Next Web)
Microsoft cria centro futurístico para combater botnets e malwares pelo mundo (Foto: Reprodução/The Next Web)

Localizado no campus da Microsoft, na cidade de Redmond, em Washington, o novo centro de combate a crimes virtuais conta com recursos de hardware e software que detecta e neutraliza ataques de hackers. O edifício pode abrigar os melhores especialistas com experiência para combater ameaças digitais como malware, botnets, exploração infantil e todos os tipos de crimes virtuais.

Especialistas conseguem identificar e denunciar ataques de botnets e malwares (Foto: Reprodução/The Next Web)Especialistas conseguem identificar e denunciar ataques de botnets e malwares (Foto: Reprodução/The Next Web)

O espaço está equipado com todo tipo de recurso de harware e de software destinados aos crimes digitais. Através de um sistema de SitePrint, os profissionais podem mapear redes organizadas de crime online e identificar a exploração infantil na Internet com a análise PhotoDNA. Além disso, há outro sistema para derrubar redes botnets.

Segundo a Microsoft, a estrutura também pode acomodar especialistas de outras áreas que desejam trabalhar na instalação e colaborar com os esforços da companhia.

Em vídeo oficial da companhia (em inglês), a empresa mostra alguns números surpreendentes dos crimes virtuais.

Via: techtudo

Black Friday: baixa adesão do brasileiro se deve ao preço ‘pouco atrativo’

SÃO PAULO – Para 32% dos brasileiros, os preços dos produtos ofertados no Black Friday, ação que reunirá ofertas em mais de 120 lojas virtuais no dia 29 de novembro, não são convidativos. Segundo o levantamento realizado pelo aplicativo Pinion, esse é o principal motivo da pouca adesão dos consumidores do Brasil no evento, já que, do total de entrevistados, 70% não participaram das três edições passadas.

A pesquisa, que entrevistou 2.131 usuários de smartphones de todo o Brasil no período de 25 a 28 de outubro, ainda mostra que, além do preço, outros 15% afirmam que não compraram por terem ouvido alguma reclamação de terceiros, 14% enfrentaram indisponibilidade de estoque e outros 12% encontraram dificuldades na hora de fazer a compra devido a problemas no site da loja.

Para os entrevistados, um desconto médio de 45% seria o ideal para considerarem efetuar uma compra. Já 71% deles afirmaram procurar informações com antecedência sobre os produtos que pretendem adquirir no evento.

Há menos de um mês da quarta edição brasileira, 32% dos consumidores afirmaram que vão realizar alguma compra este ano. Entre eles, o gasto declarado foi de, R$ 698,98, em média, e o cartão de crédito parcelado aparece como a principal forma de pagamento, com 52%.

Mais de 24% dos consumidores pretendem fazer a compra no cartão à vista e 10% em débito em conta, contra 9% que vão efetuar a compra por boleto bancário. Já 56% ainda não sabem se devem comprar e 12% já afirmaram que não têm intenção de participar desta edição.

Os mais procurados
Quando questionados por ordem de preferência sobre quais produtos pretendem comprar, 47% optaram por celulares e tablets, 38% eletroportáteis e eletrodomésticos, 37% informática, 31% produtos de moda e acessórios, 30% games, 29% beleza e saúde, 26% perfumaria e cosméticos, 25% livros e 23% câmeras e filmadoras. 

Via: uol