Facebook vai lançar novo visual na próxima atualização do app para Android

O Facebook para Android vai receber, na próxima semana, uma atualização que traz diversas mudanças para a interface gráfica do aplicativo. O site Android Police teve acesso a uma versão prévia e classificou a aparência redesenhada como mais funcional e bem resolvida. Quem já atualizou o Facebook Messenger se sentirá bastante confortável com o novo Facebook móvel.

 

Aplicativo ganha interface mais limpa e com acesso facilitado a recursos importantes (Foto: Reprodução/Android Police)
Aplicativo do Facebook ganha interface mais limpa e com acesso facilitado a recursos importantes (Foto: Reprodução/Android Police)

As primeiras mudanças estão na parte superior da tela no app. A barra, que antes continha ícones de acesso para as solicitações de amizade, mensagens e notificações foi desmembrada. No topo, uma faixa em fundo azul indica em qual aba o usuário está: feed da timeline ou nas mensagens, por exemplo. Na mesma faixa há agora um botão para buscas e o atalho para os contatos.

Abaixo da faixa azul, os ícones dos atalhos também foram remodelados. Além dos três ícones para “solicitações”, “mensagens” e “notificações”, o app do Facebook passa a oferecer um botão para o “feed de atualizações”. Os ícones de “Status”, “Foto” e “Check in”, agora passam a ocupar a parte inferior da tela.

O programa segue uma tendência comum em termos de design de interfaces de dispositivos móveis. O Facebook ficou mais leve, com grafismos achatados, num aspecto que lembra a aparência do Windows Phone e do novo iOS. A atualização para o aplicativo do Facebook para Android  deve começar a ser liberada na próxima semana.

 

 

Via: techtudo

 

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Rede social Badoo supera Orkut, Google+ e Twitter no Brasil

A nova pesquisa da Serasa Experian sobre as redes sociais mais populares no Brasil mostra o que todo mundo já sabe: o Facebook lidera, com 73% de participação, seguido pelo YouTube, com 16%. A novidade fica por conta da rede de relacionamentos Badoo (1,20%), que em outubro superou Google+ (1,15%) e Orkut (0,97%). Completam o ranking o Yahoo! Respostas Brasil (0,94%), seguido de Twitter (0,90%), Ask.fm (0,89%), Bate-papo UOL (0,81%) e LinkedIn (0,31%).
Segundo a pesquisa, feita em outubro, o brasileiro passou em média 25 minutos e 32 segundos no Facebook durante o mês. No YouTube, o tempo dispensado foi de 19 minutos e 47 segundos. Descobriu-se que as pessoas que mais acessam plaformas sociais online no Brasil têm entre 25 e 34 anos (27,65%), seguidas do grupo de 18 a 24 anos (23,16%), 35 a 44 (20,36%), mais de 55 (14,87%) e entre 45 e 54 anos (13,95%).
O Sudeste concentrou a maior participação de visitas às redes sociais em outubro, com 57,03%. Em segundo lugar, aparece a região Sul (18,45%), seguida de Nordeste (12,80%), Centro-Oeste (8,06%) e Norte (3,65%). Já os estados do país com a maior participação de visitas às redes sociais no mesmo período foram São Paulo (33,91%), Rio de Janeiro (12,85%), Minas Gerais (10,33%), Paraná (7,48%) e Rio Grande do Sul (7,19%).
Confira a tabela com o desempenho de todas as redes avaliadas. A pesquisa considera apenas os acessos fixos à internet, portanto, exclui a navegação móvel.
Reprodução

Bullying: Adolescente se mata após ter fotos íntimas divulgadas na internet

 Uma adolescente de 16 anos se matou na tarde da última quinta-feira em Veranópolis, no Rio Grande do Sul, depois de descobrir que um ex-namorado espalhou na web fotos dela seminua. A informação é do Zero Hora, que não divulgou o nome da jovem à pedido da família, que quer preservar sua memória.

Segundo as informações, a jovem foi avisada por uma amiga que as fotos estavam circulando na internet. O rapaz teria conseguido as imagens a partir de uma conversa na webcam e as divulgou no Twitter e no Facebook. Horas depois de saber que suas fotos estavam na internet, a jovem foi encontrada enforcada em casa.

A família da jovem foi à delegacia nesta terça-feira (19) para entregar o computador e o celular da estudante.

Inquérito investiga caso:

O delegado Marcelo dos Santos Ferragem disse que um inquérito investiga o caso. Segundo ele, os responsáveis responderão pelo artigo 241 A do Estatuto da Criança e do Adolescente, que considera crime grave a divulgação de fotos, vídeos ou imagens de crianças ou adolescentes em situação pornográfica ou de sexo explicito.

O adolescente que registrou a cena é considerado o principal suspeito por divulgar as imagens – o nome dele aparece no printscreen feito da tela do computador durante uma conversa em que a estudante mostrou os seios pela webcam, cerca de 6 meses atrás. O delegado no entanto acredita que outras pessoas podem ser responsabilizadas.

“Além do autor, todos os que repassaram cometeram crime”, explica.  Ele irá ouvir amigos da jovem, o ex-namorado e pedir uma perícia no computador da adolescente.

O pai da adolescente, que estudava no 2º ano, pediu justiça. “A gente não quer que isso aconteça com mais ninguém. Queremos que sirva de alerta. Que os pais passem mais tempo com os filhos, que saibam o que eles estão fazendo no computador. As redes sociais têm um lado muito bom, mas descobrimos que também têm um lado muito ruim. Achamos que ela estava se divertindo, não percebemos nada de anormal no comportamento dela. Queremos justiça”, afirmou.

Outros casos
O caso no Rio Grande do Sul lembra o de Júlia Rebeca, adolescente do Piauí que se matou enforcada com o fio da chapinha depois que um vídeo em que fazia sexo foi compartilhado pelo aplicativo de bate-papo Whats App e acabou indo parar nas redes sociais.

“Ela não demonstrou nada. Todo adolescente tem o direito de ser adolescente. Eles são inconsequentes mesmo. Essa exposição toda, do vídeo, da imagem da minha filha, é uma violação”, disse a mãe da jovem na época.

Em São Paulo, uma estudante da Universidade de São Paulo (USP) denunciou o namorado por ter compartilhado imagens dela em sites pornográficos. Inconformado com o fim do namoro, o ex de Thamiris Natalie Mayumi Sato a ameaçou pelas redes sociais e chegou a ligar para ela mais de 100 vezes em um único dia, segundo desabafo da jovem no Facebook.

O rapaz teria também criador perfis falsos usando as fotos de Thamiris. A jovem prestou queixa contra ele na Polícia Civil.

Fonte: Zero Hora

Google+ muda visual da foto de capa; veja como ficou o topo do perfil

Os perfis do Google+, rede social do Google, ganharam novo visual: agora, a capa divide espaço com a foto do perfil e as informações básicas, como trabalho, escola e cidade. Antes, a foto de capa, que fica no topo, ocupava todo o espaço horizontal no alto da página da rede.

A novidade chegou na quarta-feira (13) e nenhuma ação é necessária para configurar o novo padrão de foto. A proporção continua sendo de 16 x 9. Ou seja, a foto permanece horizontal.

Novo design do perfil no Google Plus (Foto: Reprodução/Marcela Vaz) (Foto: Novo design do perfil no Google Plus (Foto: Reprodução/Marcela Vaz))Novo design do perfil no Google Plus (Foto: Reprodução/Marcela Vaz)

Os dados sobre o usuário e a foto pequena do seu rosto é que mudam e ganham um pouco mais de destaque à esquerda. O fundo por trás da imagem do rosto é uma versão “borrada” da foto de capa, o que cria um efeito elegante segundo o Google. Você também irá notar que o menu – com as abas Sobre, Postagens, Fotos, YouTube e Comentários – foi deslocado de cima da capa para baixo. E o mapa de localização – caso compartilhe a localidade – está mais nítido.

A aparência do topo do perfil no Google+ é a mesma na visualização pública e na pessoal. As demais características da rede social e interface de usuário não foram alteradas. Recomenda-se que a foto da nova capa tenha entre 480 x 270 e 1080 x 608 pixels de tamanho.

 

Via: techtudo

Scammers usam perfis falsos em redes sociais para coletar dados

 

A tática de ataque spear phishing (e-mails maliciosos direcionados) é uma das formas mais eficazes de invadir uma rede corporativa, e estudos recentes mostram que os funcionários podem ser facilmente enganados nas mídias sociais para fornecer as informações necessárias para o lançamento de ataques.

Um ataque de phishing só é bom quando os crackers são capazes de reunir informações da vítima pretendida, que é menos propensa a clicar em um link malicioso ou em um anexo dentro de um e-mail que não parece vir de um remetente confiável. Como resultado, os criminosos, muitas vezes, pesquisam sobre os seus alvos na web.

Por exemplo, a Websense Security Labs recentemente identificou um perfil no LinkedIn falso coletando informações que poderiam ser usadas em futuros ataques.

O resumo do perfil finge pertencer a “Jessica Reinsch”, uma funcionária inventada que diz trabalhar em um site legítimo de relacionamentos e que conecta jovens mulheres com homens mais velhos e ricos. O site é baseado na Suíça.

A Websense não encontrou nenhum código malicioso no site, mas encontrou domínios relacionados que hospedavam “códigos suspeitos”. Além disso, os IPs usados para hospedar o site estão no mesmo número de sistema autônomo (ASN) como múltiplas URLs de comando e controle de kits de exploração, incluindo para o RedKit e Neutrino, de acordo com a Websense.

Os perfis falsos possuíam mais de 400 conexões com membros legítimos do LinkedIn, o que dá a quem quer que esteja por trás da conta acesso às informações atuais de empregador, cargos e conexões na rede – que possui mais de 250 milhões de usuários.

Jeff Debrosse, diretor de pesquisa em segurança da Websense, disse que tais informações podem ser usadas para contruir um gráfico social de indivíduos proeminentes que podem ser usados em ataques de spear phishing.

“Isso vale um bocado de dinheiro para os compradores dessas informações”, disse Debrosse à CSOonline.

Empresas advertem

Enquanto o reconhecimento de vítimas em potencial fica cada vez mais sofisticado, as organizações parecem subestimar a ameaça. Quase 60% dos 300 executivos de TI, administradores e profissionais de empresas nos EUA classificaram o phishingo como uma ameaça de impacto “mínimo”, de acordo com uma pesquisa da ThreatSim.

Enquanto classificarem o phishing como uma ameaça de nível baixo, mais que um em quatro dos respondentes reportaram ataques phishing que levaram a uma “violação material dentro do último ano”. A ThreatSim definiu “material” como infecção por malware, acesso não autorizado e roubo de dados.

Durante uma apresentação na conferência de segurança RSA Europe, em Amsterdã na semana passada, um especialista em cibersegurança descreveu um experimento que mostrou a eficácia do uso de perfis falsos no LinkedIn e no Facebook para lançar um ataque.

Aamir Lakhani, da prestadora de serviços em TI World Wide Tecnology, descreveu como o perfil falso de uma mulher atraente chamada Emily Williams foi usado para fazer com que empregados de uma agência não identificada do governo dos EUA clicarem em um link que poderia facilmente ter sido usado para uma infecção por malware.

O perfil falso que afirma ser Williams era uma nova contratação na agência, com  28 anos de idade, dez de experiência e uma pós-graduação no Instituto de Tecnologia de Massachusetts. Os pesquisadores configuraram informações sobre a mulher em outros sites para fazer com que o perfil parecesse mais confiável.

Em 15 horas da criação do perfil, Williams tinha 60 conexões no Facebook e 55 no LinkedIn, com funcionários da agência. Após 24 horas, ela tinha três ofertas de emprego de outras empresas.

O experimento apontou para a necessidade do treinamento contínuo nas empresas para reduzir a possibilidade de funcionários se tornarem vítimas de golpistas.

“No exército é chamado de consciência situacional”, disse Lakhani ao IDG News Service. “Precisamos desenvolver a consciência situacional para este tipo de ataque.”

 

Via: IDGNow

Conheça o TinCan, a rede social que dispensa internet

Uma rede social que não precisa de internet. Pode parecer um pouco estranho, mas esta é a proposta do TinCan, aplicativo que se assemelha bastante a um Twitter, mas que não depende em nada do sinal do celular ou de conexão à internet para propagar uma mensagem.

Tal qual o Twitter, ele permite que você poste qualquer coisa publicamente, mas cada usuário decide o que irá receber em sua timeline. Você pode seguir outras pessoas para receber especificamente o que elas postam.

No entanto, por não usar a internet, o alcance das mensagens que você divulga é bastante curto. Ele está restrito ao alcance do sinal de rádio do Wi-Fi emitido pelo seu celular, mas é aí que entra outra característica única do aplicativo: ele permite que a mensagem passe de celular para celular que tenha o app instalado, possibilitando que o seu “tuíte” possa chegar a lugares onde você nem imagina. Claro, ele também depende de que muitas pessoas tenham o aplicativo instalado para isso.

Desta forma, o TinCan não é ideal para conversar com alguém próximo. Ele conta com um atraso grande na entrega das mensagens e não tem muita privacidade, então é mais fácil falar com a pessoa presencialmente, ou, utilizar outro aplicativo que utilize a internet. Entretanto, se você for se comunicar com uma multidão, a teoria diz que não há nada melhor.

A história recente mostra o problema que é suprir a demanda de internet quando há aglomerações humanas. Basta lembrar o caso dos protestos de junho, em que pouquíssimos conseguiam conectividade. A circulação de informação nestes casos pode ser importantíssima para a segurança de todos. Em regimes mais autoritários, pode haver até mesmo um corte das redes de dados, o que impediria totalmente a divulgação de informações, mas o TinCan permaneceria funcionando.

Outros usos que o Daily Dot sugere incluem pessoas atingidas por desastres naturais, nos quais as comunicações ficam bastante escassas. Normalmente, redes celulares e internet se tornam artigos de luxo nestas ocasiões e pode ser importante trocar informações com os próximos e espalhar dados.

Contudo, o desenvolvedor Mark Katakowski também prevê usos em situações mais frívolas também. Usuários poderiam tirar proveito da funcionalidade do TinCan em shows, eventos esportivos, festivais e outros espaços onde a conectividade possa estar limitada por um número excessivo de tentativas de conexão.

Há, no entanto, um problema, que é reconhecido pelo próprio desenvolvedor. O sistema de transmissão, de aparelho para aparelho, possibilitaria uma disseminação facílima de malware e vírus. Além disso, as mensagens disseminadas pelo TinCan não possuem nenhum tipo de informação que as ligue a um celular em específico, tornando-as irrastreáveis.

Por enquanto, o TinCan está disponível apenas para o Android (confira aqui), mas deve ser lançado para o Windows Phone em breve. Pela natureza do aplicativo, Katakowski duvida que ele consiga ser lançado na App Store, pelas restrições da Apple e possível ameaça à segurança do usuário do iOS.

Via: olhardigital