MEC distribuirá tablets para professores de escolas públicas em 2014

MEC distribuirá tablets para professores de escolas públicas em 2014

O Ministério da Educação (MEC) vai começar a distribuir tablets a professores do 6º ao 9º ano do ensino fundamental de escolas públicas em 2014. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (25) pelo ministro da Educação, Aloizio Mercadante. Segundo o titular da pasta, os professores deverão ser capacitados para usar o equipamento também no ano que vem. A intenção da pasta é que todos os professores da rede pública tenham o próprio tablet. A distribuição começou com profissionais do ensino médio. O educador tem acesso pelo dispositivo a conteúdos específicos, com o objetivo de tornar as aulas mais atraentes. De acordo com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), foram comprados mais de 460 mil equipamentos para professores do ensino médio. Conforme a Agência Brasil, ainda não há previsão de quantos professores do ensino fundamental serão contemplados em 2014. De acordo com dados do Censo de 2012, são mais de 800 mil professores na etapa.

 

Via: bahianoticias

Novos iPhones 5S e 5C começam a ser vendidos no Brasil

Lucas do Amaral, de 23 anos, foi o primeiro a comprar um iPhone 5s no Shopping Eldorado, na Zona Oeste, de São Paulo. (Foto: Helton Simões Gomes/G1)Lucas do Amaral, de 23 anos, foi o primeiro a comprar um iPhone 5s no Shopping Eldorado, na Zona Oeste, de São Paulo. (Foto: Helton Simões Gomes/G1)

Os novos iPhones 5S e 5C já estão á venda no Brasil. Lojas de operadoras abriram suas portas à meia-noite desta sexta-feira (22) para vender os aparelhos a consumidores cadastrados. O primeiro comprador de um novo iPhone na loja da TIM, em São Paulo, foi Lucas Amaral, 23 anos, garçom morador do bairro do Capão Redondo, na Zona Sul de São Paulo

Os novos iPhones 5S e 5C já estão á venda no Brasil. Lojas de operadoras abriram suas portas à meia-noite desta sexta-feira (22) para vender os aparelhos a consumidores cadastrados. O primeiro comprador de um novo iPhone na loja da TIM, em São Paulo, foi Lucas Amaral, 23 anos, garçom morador do bairro do Capão Redondo, na Zona Sul de São Paulo.

Fila para comprar novos iPhones no Shopping Eldorado, na Zona Oeste de São Paulo (Foto: Helton Simões Gomes/G1)

Lucas Amaral, na fila, foi o primeiro comprador do
iPhones do 5S no Shopping Eldorado, na Zona Oeste
de São Paulo (Foto: Helton Simões Gomes/G1)

Lucas, que já tem um iPhone 4S, juntou dinheiro por quase 11 meses para comprar o novo aparelho e convenceu uma amiga a ficar na fila por ele. Ele conseguiu arrecadar R$ 2,2 mil para adquirir um iPhone 5S, de 16 gigabytes, que custa R$ 2,8 mil. “O resto eu vou parcelar”, diz.

Depois de comprar o iPhone, Lucas não vai nem dormir. Não só por causa da felicidade. Ele trabalha como garçom em um restaurante na Vila Olímpia e pega no batente às 7h. “Vou direto, mas vale a pena”, afirma.

“Agora, eu só vou me livrar desse iPhone quando aparecer na tela ‘game over'”, brinca.

Como não pôde chegar cedo por causa do trabalho, Lucas pediu que a vizinha Franciele Vieira guardasse seu lugar na fila. Em troca, ela pode ganhar um iPad caso o amigo seja sorteado entre os consumidores que preencheram pré-cadastro de interesse nos novos iPhones pela TIM.

Os dois amigos pegaram o primeiro trem do dia no Capão Redondo às 4h. Franciele chegou às 6h ao shopping e precisou esperar duas horas pela abertura do local.

O nadador fernando Scherer, o Xuxa, brincando com o novo iPhone 5S dourado como uma medalha. (Foto: Helton Gomes/G1)

Fernando Scherer, o Xuxa, mordendo o iPhone 5S
como uma medalha. (Foto: Helton Gomes/G1)
O lançamento dos iPhones contou com a presença de celebridades. Na loja da TIM, em São Paulo, o ex-nadador e medalhista olímpico Fernando Scherer, o Xuxa, brincou com um iPhone 5S dourado e mordeu o aparelho como se fosse uma medalha.
Preços
Nas lojas da TIM, Oi e Claro, os preços do iPhone 5S desbloqueado são de R$ 2,8 mil para o modelo com capacidade de armazenamento de 16 gigabytes (GB), R$ 3,2 mil para o modelo de 32 GB e R$ 3,6 mil para a versão de 64 GB.

O iPhone 5S, versão “top de linha” do smartphone da Apple, é vendido em três cores (preto, dourado e prateado) e se diferencia por seu leitor biométrico, um chip A7 de 64-bits, mais rápido, e um recurso de vídeo que filma em câmera lenta. O aparelho tem ainda câmera traseira de 8 megapixels e frontal de 1.2 megapixels e mantém as dimensões e características do iPhone 5, como a tela de 4 polegadas. O 5S conta ainda com conexão às redes móveis 3G e 4G, compatíveis com o padrão brasileiro.

Já o novo iPhone 5C, com valor mais acessível em relação ao modelo 5S, tem corpo de policarbonato reforçado e virá em cinco cores: verde, branco, azul, rosa e amarelo. Os preços para o aparelho desbloqueado são de R$ 2 mil (16 GB) e de R$ 2,4 mil (32 GB) nas lojas da TIM, Oi e Claro.

Entre as características principais do iPhone 5C estão o chip A6 (o mesmo do iPhone 5), câmera frontal de 8 megapixels e traseira de 1.2 megapixels, tela de 4 polegadas com Display Retina e conexão às redes de internet móvel 3G e 4G, compatíveis com o padrão brasileiro.

Planos pós-pagos
Nos planos pós-pagos das operadoras os preços dos aparelhos diminuem de acordo com o pacote mensal escolhido pelo consumidor, geralmente, pelo período mínimo de 12 meses.
A Claro anuncia o iPhone 5S de 16 GB por R$ 1,7 mil no plano “Claro Online 5GB + 400” minutos (R$ 329 ao mês). O iPhone 5C de 16 GB é vendido por R$ 900 no mesmo plano.
Pelo plano “Vivo Smartphone Ilimitado 400 4G”, que custa R$ 350 por mês, iPhone 5S de 16 GB é vendido por R$ 1.750 e o modelo 5C de 16 GB por R$ 949.
Entre as opções pacotes pós-pagos da Oi, no plano “Oi 800 Smartphone + 5GB” (R$ 404 por mês), o iPhone 5C de 16 GB é vendido por R$ 500 e o iPhone 5S é vendido por R$ 1,3 mil. Já no plano “Oi 50 Smartphone + 5GB” (R$ 148 mensais), o iPhone 5C de 16 GB é vendido por R$ 1,4 mil e o modelo 5S de 16GB sai por R$ 2,2 mil.
A TIM informou que não trabalha com contrato de fidelização e não oferece desconto no valor do aparelho para planos pós-pagos. Clientes da operadora podem parcelar o iPhone em 12 vezes.
Via: G1

 

Presidente do Serpro diz na CPI que infovia do governo só utilizará equipamento nacional

O presidente do Serpro disse nesta terça-feira, 12/11, na CPI da Espionagem, que tanto a Academia quanto a indústria brasileiras já desenvolveram equipamentos de rede e softwares nacionais capazes de garantir a segurança necessária contra a espionagem. Hoje a empresa é obrigada a usar no core da sua rede equipamentos Cisco.

E que o Serpro espera poder utilizar esses equipamentos na Infovia federal em 2014. Segundo ele,  a indústria só precisa de incentivos para a produção dos equipamentos, que substituirão os importados nas redes federais.

Via: br-linux

Google pede patente de tatuagem no pescoço que funciona como microfone

O Google já tem o Google Glass, mas agora está levando o conceito de tecnologia vestível em um passo bem adiante. A empresa está desenvolvendo uma tatuagem eletrônica para a pele na garganta que pode funcionar como um microfone para um smartphone, tablet ou outro aparelho.

Microfones na garganta foram usados primeiramente por pilotos durante a Segunda Guerra Mundial para melhorar as comunicações sem fio entre o solo e aeronaves barulhentas.

Agora, a Motorola Mobility, de propriedade do Google, planeja colocar o microfone na garganta de uma pessoa por meio de uma tatuagem eletrônica para a pele. A tatuagem iria se comunicar por meio de tecnologias como NFC (Near-Field Communications), Bluetooth ou Infravermelho, entre outras, com um smartphones, tablet, computador vestível, console, ou computador móvel que esteja próximo.

A empresa deu entrada nessa patente, de número 13/462881, junto ao Escritório de Patentes dos EUA no último dia 7 de novembro. O inventor é listado como William Albert Jr.

A tatuagem poderia incluir um microfone embutido assim como um terminal transmissor e receptor para permitir comunicações com um smartphone próximo. A novidade também poderia ter uma fonte de força para receber energia de outra parte do corpo humano, de acordo com o pedido de patente.

Um microfone embutido na garganta em uma tatuagem eletrônica poderia ajudar a reduzir ruídos da rua e outros sons próximos que costumam “invadir” microfones e distorcer comunicações por voz.

Via: IDGNow

Bluetooth, Apple, Google: a origem dos principais nomes da tecnologia

O mundo das startups é recheado com todos os tipos de pseudopalavras intencionalmente erradas e incompreensíveis. É o suficiente para fazer um nostálgico sentir saudades dos primórdios da Internet, quando nomes tecnológicos realmente significavam alguma coisa.

As histórias de como algumas das maiores marcas e tecnologias do mundo surgiram com seus nomes abrir uma porta para uma era diferente – uma época mais simples, quando a Web ainda abrigava nomes normais.

Bons tempos.

Aqui apresentamos as histórias escondidas – e ocasionalmente acidentais – por trás de alguns dos maiores nomes da tecnologia.

1. Bluetooth

Como a maioria das pessoas normais, você provavelmente não investiu muito do seu precioso tempo refletindo sobre as origens do termo “Bluetooth.” Como você pode perceber, o nome da onipresente tecnologia sem fio não tem nada a ver com ser azul ou com dente, mas tem tudo a ver com a Escandinávia medieval.

Harald Bluetooth foi um rei Viking da Dinamarca entre 958 e 970. O rei Harald era famoso por unir partes da Dinamarca e da Noruega em uma nação e converter os dinamarqueses ao cristianismo.

Então, o que um rei Viking do milênio passado tem a ver com a comunicação wireless? Ele era um unificador!

Em meados dos anos 1990, o campo da comunicação sem fio precisava de união. Várias organizações estavam desenvolvendo padrões não compatíveis concorrentes. Muitas pessoas viram essa crescente fragmentação como um impedimento para a adoção generalizada da tecnologia sem fio.

Uma dessas pessoas era Jim Kardach, um engenheiro da Intel que trabalhava em tecnologias wireless. Kardach assumiu o papel de mediador entre as corporações dedicado aunir várias empresas para desenvolver um padrão para toda a indústria para a conectividade de rádio de curto alcance e com baixo consumo de energia.

Na época, Kardach estava lendo um livro sobre Vikings que caracterizou o reinado de Harald, a quem ele via como um símbolo ideal para a junção de rivai, como ele explicou:

“O Bluetooth foi emprestado do século 10, do segundo rei da Dinamarca, o rei Harald Bluetooth, que ficou famoso por unir Escandinávia assim como nós temos a intenção de unir as indústrias de PC e celulares com uma conexão sem fios de curto alcance.”

As várias partes interessadas uma hora se uniram para formar o Bluetooth Special Interest Group, que desenvolveu o acordado padrão que conhecemos e amamos hoje. “Bluetooth” foi originalmente concebido para ser algo reservado, mas o nome já havia ganhado a imprensa e, portanto, permanece até hoje.

Mas a sacada milenar não para por aí. O logo do Bluetooth – aquele símbolo críptico em um oval azul impresso na caixa do telefone – é, na verdade, as iniciais de Harald Bluetooth escritos em runas escandinavas.

2. eBay

O website, conhecido por vender coisas inusitadas como uma fita adesiva do Justin Bieber e batatas fritas com formatos estranhos, pode ser desculpado por ter incluído o prefixo “e” em seu nome. 

O site de quase 20 anos de idade, nasceu em uma era tecnológica, quando o “e” foi o prefixo usado para indicar a todas as coisas “eletrônicas”. Mas, o que ninguém sabe, é que o “e” do eBay significa “eco”, e sua “bay “apenas significa “baía” – e nem “eco”, nem “bay” tem nada a ver com ofertas on-line.

A plataforma que se tornaria eBay começou a vida como mais apropriadamente apelidada de “AuctionWeb” (em inglês, algo como leilão web), que era parte de um grande site pessoal mantido pelo ex-engenheiro de software da Apple, Pierre Omidyar.

Como a AuctionWeb ganhou popularidade, Omidyar decidiu dar uma identidade própria para a página, que ele queria chamaria de “Echo Bay”. Infelizmente, o domínio echobay.com já existia, de modo que Omidyar encurtou para o disponível “ebay.com”.

Tome nota: às vezes, o sucesso significa apenas se contentar com o que está disponível.

3. Google

Todos nós fazemos isso: usamos o incrível poder do Google para corrigir os nossos erros ortográficos. Por exemplo, eu nunca soletro a palavra “burocrata” corretamente logo de cara (em inglês, “bureaucrat”), mas posso depender do algoritmo de Mountain View para fornecer a grafia correta sempre que eu colocar “buerocrat” ou fizer algum outro massacre linguístico.

Infelizmente, esta mágica correção ortografia não estava disponível para os fundadores do site nos anos 1990.

A palavra googol (note o terceiro “o” e a ausência de um “e”) é um termo matemático para o número 10 à potência 100 (ou 1 seguido de 100 zeros). O cofundador e atual CEO Larry Page decidiu que seria o nome perfeito para sua nova empresa, uma vez que reflete a vastidão quase inimaginável na web.

No entanto, os dois “o” que estamos familiarizados com hoje é o resultado de um erro de ortografia acidental feito pelo colega de Page, Sean Anderson. David Koller, outro colega de Stanford do CEO, recorda a história por trás do nome do Google em seu site pessoal:

“Sean [Anderson] e Larry estavam em seu escritório, usando o quadro branco, tentando pensar em um bom nome – algo relacionado com a indexação de uma quantidade imensa de dados. Sean verbalmente sugeriu a palavra ‘googolplex’ e Larry respondeu verbalmente com a forma abreviada ‘googol’. Mas Sean não é um exímio soletrador, e  cometeu o erro de procurar o nome grafado como “google.com”, que estava disponível. Larry gostou do nome, e em poucas horas ele tomou a iniciativa de registrar o nome de ‘google.com’.”

4. Amazon

A Amazon.com é a superloja global que tem de tudo, desde fraldas a séries originais e  plantas “questionáveis”, a um único clique de distância de aumentar a sua dívida no cartão de crédito. Mas o que o nome “Amazon” tem a ver com o nicho original do site – livros – ou com sua expansão para vendedor de todas as coisas vendáveis​​?

O fundador Jeff Bezos tinha originalmente chamado sua empresa de “Cadabra” (como em “abracadabra”). Mas quando o seu advogado ouviu mal o nome e o confundiu com “cadáver”, Bezos decidiu que sua empresa precisava de um nome novo.

De volta ao mundo pré-Google, a posição de uma empresa no topo nas listas telefônicas em ordem alfabética ainda era a principal preocupação. “A” era onde se queria estar.

Então, Bezos foi vasculhar o primeiro capítulo do dicionário em busca de um provável nome para negócios – e encontro Amazon (Amazonas, em tradução). Por quê? De acordo com ele, o nome se refere ao maior rio do mundo.

Nota: dê uma olhada na mensagem subliminar do logotipo da Amazon atual, que conta com um sorriso ligeiramente torto sob o nome. Note como o sorriso se assemelha a uma flecha que liga o primeiro “a” ao “z”, sutilmente dando a entender que a loja oferece tudo, de A a Z.

5. Etsy 

Etsy é uma loja virtual miti-milhonária focada em arte feita à mão. Mas o que é um “Etsy” exatamente? Se você acha que é apenas uma palavra inventada e sem sentido, você está absolutamente correto.

Lançada em 2005, a empresa surgiu em um momento onde URLs de linguagem natural já estavam em falta. O cofundador Robert Kalin admitiu que “Etsy” era simplesmente uma palavra nada disponível, mas que calhou de ter algumas felizes coincidências no quedito tradução.

“Eu queria uma palavra sem sentido, porque eu queria construir a marca do zero”, disse Kalin em uma entrevista de 2010 para a Readers Digest. “Eu estava assistindo ao  de Fellini e escrevi o que ouvi. Em italiano, você diz etsi muito, significa ‘oh, sim. E, em latim, que significa ‘e se’.”

Assim, o nome da empresa significa “e se” em uma língua morta. Uma tentativa, como Kalin quer justificar, mas Etsy continua significando nada.

6. Nintendo

Embora não fosse o primeiro sistema de console doméstico, o Nintendo Entertainment System (NES) foi o maior de sua época. Mas algumas crianças norte-americanas que passaram o final de 1980 viciadas empisar em Goombas estavam cientes de que a empresa baseada em Kyoto, a Nintendo Corporation, existia há mais de um século.

A Nintendo traça as suas raízes de volta para 1889, quando a empresa produziu cartas de baralho feitas à mão e pintadas em cascas de amoreira e usadas em um jogo conhecido como Hanafuda. 

O Hanafuda é um jogo de azar que remonta há vários séculos e está intimamente associado com jogos de azar e com a Yakuza (na verdade, o nome ya-ku-za traduz como “8-9-3”, uma mão perdedora no Blackjack). O nome “Nintendo” em japonês pode ser traduzido como “deixe a sorte para o céu” ou “nas mãos do céu.”

Então, como cartas de baralho chegaram ao Mario Kart? Depois de colocar a mão (desculpem o trocadilho) em vários empreendimentos ao longo do século, a empresa finalmente encontrou o seu caminho para a indústria de brinquedos, que na década de 1970 foi um ponto de partida natural para o crescente mercado de videogames.

Se a Nintendo acabar com o seu futuro no mundo do videogame com um sistema conhecido como Wii U, pode sempre voltar às suas raízes como uma fabricante de cartas de baralho – que ela continua a produzir para o mercado japonês.

7. Nokia

A marca Nokia em breve poderá sumir depois da aquisição pela Microsoft, mas a empresa finlandesa pode reivindicar uma história que remonta quase 150 anos.

A existência da Nokia começou longe do mundo tecnológico, como uma fábrica de papel. A fábrica foi construída perto da cidade de Nokia (cerca de 100 km a noroeste de Helsínque), que a empresa decidiu adotar como seu nome quando se tornou pública em 1871.

Ao longo das décadas, a Nokia se envolveu em todos os tipos de empreendimentos industriais, o que eventualmente levou à formação de um departamento de telecomunicações na década de 1960. Nos anos 1980, a empresa tornou-se uma das primeiras fabricantes de telefones celulares.

8. Sony

Em sua primeira década de existência, a empresa que viria a criar o Walkman, o PlayStation, e várias outras engenhocas à prova de banheira atendia pelo nome Tokyo Tsushin Kogyo ou em inglês, “Tokyo Telecommunications Engineering Company”.

Os fundadores da empresa sentiram que precisavam mudar o nome decididamente japonês se quisessem competir com sucesso nos mercados pós-guerra desenvolvidos da Europa e nos Estados Unidos – especialmente em um momento em que, nesses mercados, “Made in Japan” era sinônimo de lixo barato.

Em uma tentativa de se tornar respeitéval, os fundadores da empresa escolheram a palavra “Sony” como uma combinação do latim “sonus”, que significa “som”, e do coloquialismo comum americano “sonny-boy”.

O primeiro produto da marca Sony foi o transistor de rádio TR-55, que foi colocado à venda em 1955 como o primeiro rádio portátil do Japão.

9. Yahoo!

Marissa Mayer continua a dar o seu melhor para transformar a marca. Desejamos o melhor a ela, mas os melhores anos do Yahoo estão muito antes disso.

De fato, esses dias de glória foram há tanto tempo que a maioria das pessoas se esqueceram de quando a lista de links da empresa era uma ferramenta bastante útil para se ter por perto.

A empresa começou como um hobby. Os candidatos a Ph.D da Universidade de Stanford, David Filo e Jerry Yang, mantiveram uma lista de todos os seus sites favoritos. 

Como tal lista começou a crescer com categorias e subcategorias, a dupla percebeu que poderia ter um serviço que poderia ser útil para os primeiros internautas

Embora originalmente tenham apelidado seu serviço de “Guia do David e Jerry para a World Wide Web”, os amigos finalmente decidiram pela marca “Yahoo!”, para a qual foi posteriormente criado o acrônimo “Yet Another Hierarchical Officious da Oracle” (o nome completo sem um ponto de exclamação, por algum motivo).

10. Apple

De acordo com a biografia de Steve Jobs, escrita por Walter Isaacson, a maior empresa de eletrônicos do mundo ganhou seu nome da maneira mais casual.

Jobs e Wozniak pensavam em um nome para a sua recém-criada empresa, Jobs tinha acabado de voltar de uma visita a uma fazenda de maçãs. De improviso, ele propôs o nome “Apple Computer”. O termo, explicou a Isaacson “parecia divertido, espirituoso e não intimidante. Além disso, o nome nos colocaria à frente da Atari na lista telefônica.”

Mais uma vez, e lista telefônica foi um grande negócio. O que também pode explicar por que o Google encontra várias empresas que respondem pelo nome de Aardvark Electronics.

Um fim aos nomes sem sentido?

A última década de nomes de tecnologia tem sido uma bagunça inexpressiva da linguagem. Indiscutivelmente, o maior contribuinte para a desordem tem sido a escassez de nomes de domínio pontocom disponíveis.

Talvez os recém-lançados nomes de domínio de nível superior vão melhorar as coisas. Talvez as empresas irão tirar proveito de sua nova liberdade de URL e começar a desviar a praga do sem sentido.

Via: IDGNow

Conheça o TinCan, a rede social que dispensa internet

Uma rede social que não precisa de internet. Pode parecer um pouco estranho, mas esta é a proposta do TinCan, aplicativo que se assemelha bastante a um Twitter, mas que não depende em nada do sinal do celular ou de conexão à internet para propagar uma mensagem.

Tal qual o Twitter, ele permite que você poste qualquer coisa publicamente, mas cada usuário decide o que irá receber em sua timeline. Você pode seguir outras pessoas para receber especificamente o que elas postam.

No entanto, por não usar a internet, o alcance das mensagens que você divulga é bastante curto. Ele está restrito ao alcance do sinal de rádio do Wi-Fi emitido pelo seu celular, mas é aí que entra outra característica única do aplicativo: ele permite que a mensagem passe de celular para celular que tenha o app instalado, possibilitando que o seu “tuíte” possa chegar a lugares onde você nem imagina. Claro, ele também depende de que muitas pessoas tenham o aplicativo instalado para isso.

Desta forma, o TinCan não é ideal para conversar com alguém próximo. Ele conta com um atraso grande na entrega das mensagens e não tem muita privacidade, então é mais fácil falar com a pessoa presencialmente, ou, utilizar outro aplicativo que utilize a internet. Entretanto, se você for se comunicar com uma multidão, a teoria diz que não há nada melhor.

A história recente mostra o problema que é suprir a demanda de internet quando há aglomerações humanas. Basta lembrar o caso dos protestos de junho, em que pouquíssimos conseguiam conectividade. A circulação de informação nestes casos pode ser importantíssima para a segurança de todos. Em regimes mais autoritários, pode haver até mesmo um corte das redes de dados, o que impediria totalmente a divulgação de informações, mas o TinCan permaneceria funcionando.

Outros usos que o Daily Dot sugere incluem pessoas atingidas por desastres naturais, nos quais as comunicações ficam bastante escassas. Normalmente, redes celulares e internet se tornam artigos de luxo nestas ocasiões e pode ser importante trocar informações com os próximos e espalhar dados.

Contudo, o desenvolvedor Mark Katakowski também prevê usos em situações mais frívolas também. Usuários poderiam tirar proveito da funcionalidade do TinCan em shows, eventos esportivos, festivais e outros espaços onde a conectividade possa estar limitada por um número excessivo de tentativas de conexão.

Há, no entanto, um problema, que é reconhecido pelo próprio desenvolvedor. O sistema de transmissão, de aparelho para aparelho, possibilitaria uma disseminação facílima de malware e vírus. Além disso, as mensagens disseminadas pelo TinCan não possuem nenhum tipo de informação que as ligue a um celular em específico, tornando-as irrastreáveis.

Por enquanto, o TinCan está disponível apenas para o Android (confira aqui), mas deve ser lançado para o Windows Phone em breve. Pela natureza do aplicativo, Katakowski duvida que ele consiga ser lançado na App Store, pelas restrições da Apple e possível ameaça à segurança do usuário do iOS.

Via: olhardigital

Campus Party Brasil 2014 terá Bruce Dickinson, do Iron Maiden, em SP

A quase dois meses do início, a Campus Party Brasil anunciou nessa segunda-feira (11) que os seus 8 mil ingressos para vagas de campuseiros já se esgotaram. A feira acontece entre os dias 27 de janeiro e 2 de fevereiro, no Anhembi Parque, em São Paulo.

De acordo com a organização, são esperadas mais de 160 mil pessoas durante os dias do maior acontecimento de tecnologia, inovação, criatividade e cultura digital do mundo.

Uma das atrações mais esperadas do evento é o vocalista da banda Iron Maiden, Bruce Dickinson, que realizará uma palestra sobre empreendedorismo e contará histórias da sua própria carreira – incluindo seu projeto na área de aviação, onde investiu em uma escola de formação de pilotos (Real World Aviation) e também em uma empresa de manutenção de aeronaves, a Cardiff Aviation.

Atrações

Além do ícone do heavy metal, o evento também tem programado alguns outros grandes nomes como Marcelo Ballona, cofundador do Submarino, a primeira startup a ter o capital aberto na Bolsa de Valores de São Paulo; Leo Johnson, cofundador da Sustainable Finance Ltd, conselheiro em sustentabilidade em mais de 50 bancos e empresas líderes, além de colunista de meios como CNN e Washington Post; Maickel Melamed, embaixador da Boa Vontade das Nações Unidas na Venezuela, também economista, psicoterapeuta, coach em gerência de vida, escritor, palestrante, comunicador e atleta de alto rendimento – um apaixonado pelo “poder humano”; Mark Levalle, atual Senior VP de desenvolvimento de negócios e estratégia de PayPal, tendo passagem marcante pelo Bill Me Later, onde foi a pessoa-chave para incrementar em mais de US$ 300 milhões as inversões em private equity e garantir um financiamento de dívida de mais de US$ 1 bilhão; e Sean Carasso, empreendedor social e fundador do projeto Falling Whistles, campanha pela paz no Congo.

Empreendedorismo

Paco Ragageles, presidente da Futura Networks e Cofundador da Campus Party, destacou durante uma coletiva para a imprensa ocorrida nessa segunda-feira (11), que o evento de 2014 terá foco em empreendedorismo. Para isso, o espaço receberá uma área nova, chamada de do Startup&Makers Camp, voltada para a recepção de startups.

“Vamos escolher as 300 melhores startups do Brasil, as com maior potencial de crescimento”, disse o cofundador. Além disso, ele garantiu que a organização já conseguiu angariar 2 milhões de reais para investimento nas vencedoras.

Também haverá uma série de palcos dedicados especificamente para esse público, além de seis aulas sobre Novos Negócios 2.0.

Além disso, na Arena, os mais de 300 mil campuseiros terão a oportunidade de acelerar seus projetos e submetê-los a uma banca de avaliação por meio das Maratonas de Negócios. No ano que vem, serão quatro maratonas com os temas “Educação”, “Jornalismo e Comunicação 2.0”, “Negócios Sociais” e “Inovação em Comércio e Serviços”.

Os projetos finalistas serão anunciados no dia 1º de fevereiro e serão apresentados, pelos empreendedores, a uma banca de jurados e investidores. Os vencedores ganharão viagens e vagas com direito a barracas de camping para a próxima Campus Party no Brasil.

Desafio FI-WARE

Todos os campuseiros podem participar do desafio Fi-WARE e concorrer a prêmios patrocinados pela Comissão Europeia, que somam mais de 1,2 milhões de reais. A ideia é que os participantes utilizem a plataforma FI-WARE e construam aplicativos que englobem as categorias: “cidades inteligentes” e “negócios & indústria”.

Os aplicativos devem representar um passo importante para uma gestão mais eficiente dos serviços urbanos, para prestação de novos e inovadores serviços que uma cidade pode oferecer aos seus cidadãos (em cidades inteligentes); ou devem propor a automatização e melhoria de processos de produção ou de uma cadeia de suprimentos, de pequenas até grandes empresas (em negócios & indústria).

As inscrições para a primeira fase do desafio na plataforma Campus Labs já estão abertas e vão até o dia 20 de dezembro de 2013.

Para saber mais sobre este grande desafio, acesse www.campus-labs.com/br.

Serviço

Campus Party Brasil 2014

Data: 27 de janeiro a 02 de fevereiro de 2014

Local: Anhembi Parque ­- Avenida Olavo Fontoura, 1209 ­- São Paulo

Via: idgnow