Facebook e adolescentes em crise. É hora de “discutir a relação”?

Segundo pesquisa da empresa GlobalWebIndex, que realiza estudos sobre consumidores digitais em 32 mercados mundiais, uma boa parte dos adolescentes globais entre 16 e 19 anos estão deixando de ser socialmente ativos na rede de Mark Zuckerberg.FB e os teens mercados

O uso global do Facebook tem sido rastreado pela GlobalWebIndex nos últimos quatro anos em 32 países. E o que ele demonstra é que a queda de interesse dos jovens de 16 a 19 anos pelo Facebook é muito maior em vários países do que nos Estados Unidos. O gráfico compara a queda percentual de usuários ativos entre o segundo trimestre de 2012 e o segundo trimestre de 2013.

Enquanto nesse período a queda de atividade  dos teens foi de 16% nos EUA, na Holanda ela foi de 52% e no Brasil atingiu 20%. Isso não necessariamente quer dizer que eles estejam cancelando suas contas no FB – segundo a GlobalWebIndex, 88% dos teens mundiais estão no Facebook – mas quer dizer, pela definição de usuário ativo da empresa, que no período mínimo de um mês, parte desses jovens que têm conta no FB não fez nenhuma contribuição na rede social a partir de qualquer dispositivo digital.

FB loosing teensO engajamento total da audiência jovem no Facebook, de acordo com as métricas da GlobalIndex, está diminuindo globalmente desde primeiro trimestre de 2013, quanto atingiu o pico de 76% da audiência teen ativa. Depois disso, o movimento caiu para 51% no segundo trimestre de 2013 e subiu ligeiramente para 56% no terceiro trimestre do ano. Lembrando que a métrica mundial do GlobalWebIndex exclui a audiência da China.

Esse dado vai de encontro às afirmações recentes do diretor financeiro do Facebook, David Ebersman, durante o anúncio dos resultados do trimestre, que admitiu que a audiência jovem estaria menos ativa na rede social mas afirmando que o problema era localizado nos EUA e que teria um “impacto questionável”.

A pergunta seguinte obviamente será “para onde eles estão indo”? Bem, a pesquisa da GlobalWebIndex mapeou as top destinations que mais cresceram em 2013 entre os jovens. Mobilidade é a bola da vez. O uso da app WeChat teve crescimento de 1024% entre janeiro de 2013 e final de setembro. Em segundo lugar está o Vine, com 639% de crescimento, seguido da app móvel do Flickr, com crescimento de 254%. Em quarto lugar está o Skype, aumento de 105%, e em quinto lugar o Facebook Messenger, com crescimento de 89%.

FB e os teens

 

Instagram, Foursquare, Shazam, WhatsApp e Google+ completam a lista das dez mais. As apps móveis do Twitter e do próprio Facebook ficaram respectivamente em 13o e 14o lugares em crescimento.

 

Via: IDGNow

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WhatsApp tem mais um malware que sequestra informações

Depois de ter sido avisado sobre o aumento de Trojans que pedem dinheiro para recuperar informações, o Laboratório de Investigação da ESET América Latina detectou um novo caso de ransomware em outubro. Além disso, destaca-se uma falha encontrada no WhatsApp que poderia permitir que um atacante interceptasse e decodificasse as mensagens transmitidas por meio do aplicativo de mensagens instantâneas.

Nymaim, trojan detectado que afetou o México principalmente, é um malware que extorque a vítima em US$ 150 dólares em troca da devolução do controle do computador infectado. Nos últimos meses, houve na América Latina um aumento significativo nos casos de código malicioso como este, que criptografa as informações ou bloqueia o acesso do usuário ao sistema, em troca de dinheiro. Esta técnica é conhecida como ransomware.

“Pagar para o resgate não é nada mais que incentivar esse modelo de negócio ilegal, o que não recomendo nesse caso”, conta André Goujon, Awareness & Research Specialist da ESET América Latina. Ele sugere que “Para reduzir o impacto de ransomware, o primeiro passo que você deve tomar é manter o backup das informações em dia e o computador atualizado. Assim, você pode facilmente recuperar os dados”, completa o executivo.

Uma falha ocorrida no WhatsApp, conhecida como um bug na implementação do sistema de criptografia, permitia que um usuário terceiro obtivesse as conversas feitas por meio desse smartphone, isso utilizando uma estrutura de previsão de mensagens.

“Essa possibilidade aumenta se você usar mensagens instantâneas em redes Wi-Fi públicas ou não devidamente protegidas. Por esta razão, em espaços públicos é aconselhável a utilização de tecnologia 3G ou 4G em comparação com outros tipos de conexões sem fio não seguras”, afirma Goujon.

Via: administradores