Como remover um vírus do pendrive?

Seu pendrive está se comportando de maneira inesperada? Isso pode estar ser causado por vírus e malwares que tentam infectar sua máquina através de dispositivos móveis para roubar informações pessoais. No entanto, não há motivos para desespero, pois é possível verificar e eliminar essas pragas digitais com alguns passos. Para te ajudar, o TechTudo preparou um tutorial completo sobre como remover vírus de um pendrive.

– Vírus de Atalho

Este tipo de vírus esconde os seus arquivos, substituindo-os por atalhos. No entanto, podem ser usados para reproduzir o vírus e infectar o seu computador.

Passo 1. Delete os atalhos suspeitos e revele os arquivos ocultos no seu pendrive. Para isso, abra o menu iniciar e pesquise por “prompt”. Ao encontrar o link para o prompt de comando, aperte o botão direito sobre ele e selecione “executar como administrador”;

Abra o prompt de comando do Windows como administrador para poder seguir com o tutorial (Foto: Reprodução/Rodrigo Gurgel)
Abra o prompt de comando do Windows como administrador para poder seguir com o tutorial (Foto: Reprodução/Rodrigo Gurgel)

Passo 2. Acesse o diretório raiz do pendrive. Na maioria dos computadores ele se chama “F:”, mas pode ser outra letra. Basta substituir a letra. Para acessar, digite “C:\Windows\system32>[letra do disco seguida por dois pontos]”, como na imagem abaixo.

Tela do prompt de comando do Windows após o comando ser inserido para acessar a pasta raiz (Foto: Reprodução/Rodrigo Gurgel)
Tela do prompt de comando do Windows após o comando ser inserido para acessar a pasta raiz (Foto: Reprodução/Rodrigo Gurgel)

Passo 3. Após acessar o diretório raiz, digite “attrib -R -A -S -H /S /D”;

Tela do prompt de comando do Windows após o comando ser inserido (Foto: Reprodução/Rodrigo Gurgel)
Tela do prompt de comando do Windows após o comando ser inserido (Foto: Reprodução/Rodrigo Gurgel)

Passo 4. Você vai saber que esse processo foi concluído quando o prompt voltar a possuir apenas o “F:\>”, esperando por um novo comando. Quando isso acontecer, digite “del *.lnk /S” para apagar os atalhos do seu pendrive;

Tela do prompt de comando do Windows após o comando ser inserido (Foto: Reprodução/Rodrigo Gurgel)
Tela do prompt de comando do Windows após o comando ser inserido (Foto: Reprodução/Rodrigo Gurgel)

Passo 5. Abra a pasta de seu pendrive normalmente e busque por arquivos executáveis que você não se lembra de ter posto lá. A maioria dos arquivos de vírus termina com .exe, .bat, .vb, .vbs, .swf e .cmd. O mais seguro é deletar qualquer elemento desconhecido.

Arquivo .cmd sendo deletado do pendrive após os comandos. (Foto: Reprodução/Rodrigo Gurgel)
Arquivo .cmd sendo deletado do pendrive após os comandos. (Foto: Reprodução/Rodrigo Gurgel)

– Vírus de Autorun

Esse vírus obriga o seu pendrive a rodar algum programa assim que ele é inserido em algum PC. Para deletá-lo, siga os passos abaixo.

Passo 1. Primeiro, apague os atalhos (muita vezes usados por vírus) e revele os arquivos ocultos no seu pendrive. Para isso, abra o menu iniciar e pesquise por “prompt”. Ao encontrar o link para o prompt de comando, aperte o botão direito sobre ele e selecione “executar como administrador”.

Abra o prompt de comando do Windows como administrador para poder seguir com o tutorial (Foto: Reprodução/Rodrigo Gurgel)
Abra o prompt de comando do Windows como administrador para poder seguir com o tutorial (Foto: Reprodução/Rodrigo Gurgel)

Passo 2. Acesse o diretório raiz do pendrive. Na maioria dos computadores, ele se chama “F:”, mas no seu pode ser diferente. Basta substituir a letra. Para acessar, digite “C:\Windows\system32>[letra do disco seguida por dois pontos]”, como na imagem abaixo.

Tela do prompt de comando do Windows após o comando ser inserido para acessar a pasta raiz (Foto: Reprodução/Rodrigo Gurgel)
Tela do prompt de comando do Windows após o comando ser inserido para acessar a pasta raiz (Foto: Reprodução/Rodrigo Gurgel)

Passo 3. Digite “notepad autorun.inf”. Um arquivo do bloco de notas como o da imagem irá se abrir.

Caso seu pendrive tenha um arquivo autorun, ele estará igual ou similar a este que montei para o tutorial. (Foto: Reprodução/Rodrigo Gurgel)
Caso seu pendrive tenha um arquivo autorun, ele estará igual ou similar a este que montei para o tutorial. (Foto: Reprodução/Rodrigo Gurgel)

O arquivo logo após o campo “open” é o que foi configurado para rodar com o seu pendrive. Logo, é preciso deletá-lo, assim com o autorun, para impedir que isso aconteça novamente.

Passo 4. Para deletar os arquivos, digite “del [nome do arquivo exibido no campo ‘open’]”. Em seguida, dê enter e digite “del autorun.inf” e aperte enter novamente.

Tela do prompt de comando do Windows após o comando para deletar os arquivos ser inserido (Foto: Reprodução/Rodrigo Gurgel)
Tela do prompt de comando do Windows após o comando para deletar os arquivos ser inserido (Foto: Reprodução/Rodrigo Gurgel)

– Como fazer a verificação com um antivírus?

Além desses dois métodos manuais, você também pode simplesmente passar o antivírus no seu pendrive ou dispositivo periférico e deixar que ele se encarregue de fazer as limpezas necessárias.

Passo1. Com o pendrive no computador, clique nele com o botão direito e selecione a opção “Verificar Com/Scannear Com” o seu antívirus.

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Clique em "verificar com" para que o anti-virus comece a escanear o seu dispositivo. (Foto: Reprodução/Rodrigo Gurgel)Clique em “verificar com” para que o antivirus comece a escanear o seu dispositivo. (Foto: Reprodução/Rodrigo Gurgel)

Passo 2. Uma tela de verificação se abrirá, como se o antivírus estivesse fazendo uma varredura qualquer. Basta esperar que o processo termine.

Qualquer programa de anti vírus vai escanear o seu pendrive como se fosse o seu HD. (Foto: Reprodução/Malware Bytes)Qualquer programa de antivírus vai escanear o seu pendrive como se fosse o seu HD. (Foto: Reprodução/Malware Bytes)

Pronto! Agora seu pendrive provavelmente estará livre de vírus. Lembre-se, entretanto, que é sempre bom manter o computador limpo e evitar abrir arquivos e downloads de origem duvidosa.

Via: techtudo

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O que levar em conta antes de decidir pelo Linux como sistema operacional?

Linux

Já não suporta mais o Windows e suas telas azuis da morte? Está por aqui com os 10 minutos perdidos ao esperar a máquina iniciar? Não quer mais saber de programas antivírus, antispyware, firewalls e aquelas pesadas suítes de segurança?

Bom, parece que chegou a hora de você procurar uma alternativa. Já pensou em migrar para o Linux? O sistema operacional gratuito e de código aberto oferece uma alternativa que é semelhante ao Windows, mas sem todos esses aborrecimentos. Os destaques são:

  • É gratuito
  • A maioria dos programas também é
  • Não precisa de super máquinas para funcionar
  • Esqueça vírus, spywares e adwares
  • Há uma série de interfaces para escolher, algumas bem similares ao Windows.

Nada mal, hein? Porém ele não é apenas um bom destino para quem já perdeu a paciência com o sistema operacional da Microsoft, servindo também para dar uma sobrevida para máquinas mais antigas ou para que crianças tenham o primeiro contato com um computador.

Independente do que você pretende fazer, há alguns fatores importantes que devem ser levados em conta – principalmente se o objetivo for tornar o Linux seu sistema operacional principal para usar no dia a dia.

01. Você vai precisar encontrar alternativas para seus programas

Você precisará procurar alternativas para alguns programas comuns no ambiente Windows. O Microsoft Office tem no Linux o LibreOffice e o OpenOffice como equivalentes. Você precisará esquecer o Outlook em prol do Thunderbird ou Evolution. O GIMP é sua provável escolha para substituir o Photoshop.

Uma série de programas populares para Windows existem no Linux em versões próprias para a plataforma ou através de alternativas. O Chrome, por exemplo, é muito similar ao que você encontra no Windows, sendo possível sincronizar tudo com uma conta do Google.

Porém, infelizmente há programas que não dispõem de versões equivalentes. O SugarSync não tem versão para Linux, por exemplo. Se você usa um iPhone ou iPad, também não vai encontrar um iTunes para o pinguim.

Você pode tentar executar esses programas através do Wine, que permite rodar softwares do Windows dentro do Linux, mas não é garantido que ele resolverá todos os problemas de compatibilidade, o que não tira a validade do experimento.

02. Podem haver incompatibilidades de hardware

Não deixa de ser verdade que o Linux tem, de forma embutida, drivers para um extenso leque de placas de vídeo, placas de rede e outros periféricos. Porém, ainda assim, pode não ser possível que você use sua impressora ou um segundo monitor.

Caso apareçam problemas desse tipo, você deverá pesquisar e varrer fóruns em busca de soluções. Veja no site do fabricante se ele dispõe de alguma solução ou algum driver próprio para Linux. Pode ser que você encontre uma maneira de contornar.

03. Há uma curva de aprendizado a enfrentar

O Linux é um ambiente bastante diverso e existem distribuições dos mais variados sabores para você escolher. Você sabe o que é Sudo? Sabe a diferença entre o Debian e o Ubuntu? Apesar do Linux ser bem similar ao Windows, pode ser complicado lidar com alguns pontos.

A boa notícia é que você vai dispor de uma ampla comunidade para prestar suporte. Porém, não há um site central onde encontrar essa ajuda, que fica localizada em sua maior parte em fóruns. Você também precisará lidar com montagem de drives, uso de Sudo e outros termos mais técnicos.

04. Diga adeus aos jogos

Tudo bem, essa afirmação é meio exagerada. Realmente, há muitos jogos disponíveis para Linux e se você usa Steam, já existe uma série de games disponíveis. Porém, a grande maioria são indie. Caso esteja em busca de jogar Bioshock: Infinite, Call of Duty, Batman: Arkham Origins e outros grandes nomes, você está sem sorte.

Concluindo

O Linux pode ou não ser a melhor saída para você. Esse artigo reuniu algumas coisas que devem ser levadas em conta antes de fazer a troca. Mas quem disse que precisa ser tudo de uma vez? Você pode experimentar antes para ver como se sai, sem abrir mão do atual sistema com o qual está acostumado.

Pesquise como fazer dual-boot na sua máquina, para poder experimentar uma distribuição Linux usando o hardware físico diretamente sem deixar de lado o sistema operacional que você usa hoje. Uma alternativa mais simples e fácil é usar uma máquina virtual através do VMWare Player ou do Oracle VirtualBox.

Para escolher uma distribuição que mais tem chances de se dar bem com você, faça o teste Linux Distribution Chooser que, apesar do nome, está todo em português. Ao final de um curto questionário, você verá uma lista de distros que se encaixam no que você selecionou.

Experimente! Novos conhecimentos sempre são bem vindos. Ao final de um tempo de adaptação, veja se é hora de dar adeus ao Windows ou se dá para aguentar mais um pouquinho os problemas que ele pode estar te causando enquanto aprende mais sobre o Linux. Não se intimide.

Via: Canaltech

Como bloquear seu PC e usar seu smartphone como chave?

Os usuários de computador com Windows têm poucas alternativas para travar seus PCs de forma nativa; somente por tempo de inatividade ou manualmente. Há alguns apps, no entanto, que podem ser baixados em seu celular e servirem como uma possibilidade de garantir segurança e privacidade em computadores com Bluetooth.

Ative o Bluetooth do seu aparelho e o deixe descoberto (Foto: Reprodução/Paulo Alves)Ative o Bluetooth do seu aparelho e deixe-o descoberto (Foto: Reprodução/Paulo Alves)

Passo 1. Aproxime o celular do PC e habilite o Bluetooth de seu smartphone.

Passo 2. No PC, selecione, com o botão direito, o ícone Bluetooth. Clique em ‘Adicionar Dispositivo Bluetooth’ e siga as instruções na tela.

Descubra o app que possibilita controlar seu PC pelo celular no Fórum do TechTudo.

Clique na opção marcada para parear seu smartphone ao PC (Foto: Reprodução/Paulo Alves)Clique na opção marcada para parear seu smartphone ao PC (Foto: Reprodução/Paulo Alves)

Passo 3. Baixe o BTProximity e abra o programa. Ele aparecerá na barra de ferramentas do Windows. Clique no botão direito e escolha a opção “Configure”.

Abra o BTProximity e configure (Foto: Reprodução/Paulo Alves)Abra o BTProximity e configure (Foto: Reprodução/Paulo Alves)

Passo 4. Em ‘Device Adress’, clique em ‘Select’, espere o programa listar seu aparelho e, então, escolha o seu smartphone com um duplo-clique.

Escolha seu dispositivo na lista (Foto: Reprodução/Paulo Alves)Escolha o seu dispositivo na lista (Foto: Reprodução/Paulo Alves)

Passo 5. Em ‘Locking’, selecione a opção ‘Lock when device goes out of range’. No campo abaixo, coloque o número 1 para que o PC trave rapidamente assim que seu smartphone se afastar.

Marque a opção para travar o PC quando o smartphone for desconectado e diminua para 1 as tentativas de conexão (Foto: Reprodução/Paulo Alves)Marque a opção para travar o PC quando o smartphone for desconectado e diminua para 1 as tentativas de conexão (Foto: Reprodução/Paulo Alves)

Passo 6. Em ‘Unlocking’, clique no botão marcado com o símbolo de administrador do sistema para instalar o componente de desbloqueio.

Clique no botão para instalar o recurso de destravamento (Foto: Reprodução/Paulo Alves)Clique no botão para instalar o recurso de destravamento (Foto: Reprodução/Paulo Alves)

Passo 7. Clique em ‘Manage Credentials’ e insira login e senha, os mesmos que você usa para desbloquear seu computador.

Insira as mesmas credenciais que você usa para desbloquear o PC (Foto: Reprodução/Paulo Alves)Insira as mesmas credenciais que você usa para desbloquear o PC (Foto: Reprodução/Paulo Alves)

Passo 8. Marque a opção ‘Unlock when device comes into range’ para desbloquear o computador sempre que o smartphone pareado estiver próximo.

Marque essa opção para destravar o PC quando o smartphone estiver próximo (Foto: Reprodução/Paulo Alves)

Marque essa opção para destravar o PC quando o smartphone estiver próximo (Foto: Reprodução/Paulo Alves)

Pronto! Agora é só clicar em ‘Ok’ e desfrutar do bloqueio e desbloqueio automático do seu PC usando a conexão Bluetooth do seu celular. Se preferir, você pode também fazer com que o computador entre em suspensão ou hibernação sempre que for desconectado do smartphone, marcando as opções correspondentes na configuração do BTProximity.

 

Via: techtudo

Dica: Como fazer “Control + Alt + Del” no Mac

Uma das principais dificuldades de quem largou o mundo Windows e passou a usar um Mac é encontrar alguns comandos equivalentes. Quando um programa dá pau no Windows, por exemplo, basta pressionar Control + Alt + Del, ir até o gerenciador de tarefas e encerrar o software problemático para continuar usar o equipamento.

E quando isso acontece no Mac? Para “matar” um programa em pane, a combinação é Command + Option + Esc. Ela exibe a janela Forçar Encerrar Aplicativos. Nessa lista, escolha o software que não responde e clique em Forçar encerrar. Ele será fechado e você retoma o comando do seu computador.

 

encerrar

Encerrar aplicativos: recurso fecha programa que deu pau

 

Via: macworld